E Se…

… os resultados das provas de aferição do 2º ano não derem os resultados “esperados” numa determinada (e cobiçada) área? Parece que se as coisas não correrem muito mal em ternos desempenho a culpa é dos professores que treinaram os alunos para as provas porque lhes deram as “perguntas” antes (mas, afinal, quem decidiu “dar as perguntas” uns dias antes?). Se correrem mal é porque os professores não cumprem o programa.

Com “amigos” assim de que inimigos precisam os professores do 1º ciclo?

Eu discordei das provas no 2º ano e continuo a discordar, mas não era por causa dos eventuais resultados confirmarem (ou não) esta ou aquela tese.  Era por serem disparatadas e, mais do que isso, incoerentes com tudo o mais. Só faltaria agora que ainda as quisessem repetir para o ano nas mesmas áreas, caso a “fotografia” não corresponda às “impressões”. Mas podem sempre inserir assim umas ponderações pós-observação e isso resolve-se. E sempre podem justificar o aumento da carga horária na mesma.

arauto em desenho

O Aconselhamento aos Concelhos

Não se admirem que aumentem – porque já existem – uma espécie de “planos municipais de combate ao insucesso”. Não se admirem que apareçam – porque já lá estão – grupos de especialistas, de trabalho, de estudos, mesmo uma variante de empresas, a dar consultoria às autoridades municipais em que os nomes são os mesmos dos de grupos de especialistas, de trabalho, de estudos que estiveram – e estão – a aconselhar o ME nessas mesmas matérias. Não se assustem, não é ilegal. Apenas é… o bom e velho chico-espertismo nacional a ver se cata fundos.

dog_sim

Ósculos

Ou bem que se querem os afectos na escola ou bem que não e então vai tudo a eito e paga-se depois ao psi. Fica mal (ia dizer nos tempos que correm, mas nem isso) ainda fazer distinções e não é por eu ser progressista ou um activista dos géneros. A intervir será apenas na base de fornecer alguma coisa importante para o bem estar d@s osculantes.

AF_GUIA_DE_MARCAS_MAI_AGO_2013.pdf

Gosto mais (obviamente) dos verdes ou pelo menos esverdeados. Incluindo o de melancia, verde por fora. E fazem bem à garganta e tudo.

(ideia de slogan… o chocho ao poder!)

A Festa!

Portugal foi quem mais usou fundos europeus para a Educação, mas não se ponham com ideias… quem ficou com a carninha quase toda foram os oleodutos financeiros (administrativos ou empresariais) criados para o efeito. Ou acham que, por exemplo, o dinheirinho para as NO não foi algo chorudo para uma clique de “especialistas”?

A Educação tornou-se um negócio. Há muito dinheiro por aí, mas a parcela que chega às salas de aula é ínfima, mesmo contando com os palácios disfuncionais da PE.

Money3

Entendi-te!

Demorou pouco tempo a perceber porque há tanta preocupação em sublinhar os aspectos “concelhios” do insucesso escolar a esta altura do campeonato. Vamos apostar em como irá passar pela municipalização a “resposta” mais “eficaz” para este “flagelo social” com forte componente “geográfica”?

Se não conhecêssemos como se forma o spin nestas matérias até poderíamos pensar que a vaga noticiosa com o mesmo tipo de vocabulário é um acaso.

F3.ChapeusHaMuitos