Teria Graça (Não É A Senhora Da DGS, Porque A Essa, Enfim… Escasseia-lhe A Dita Mesmo Quando Se Esforça) Se Não Fosse Tão Estúpido

Aquilo de mandar para casa só os alunos que estão perto na sala de aula de algum@ colega que teste positivo. Já os que estiveram agarrados a el@ no corredor, à porta da sala, no caminho de entrada e saída da escola, não vale a pena, porque o pensamento mágico tudo protege.

Opiniões – Jorge Santos

O Ensino e o Coronavírus. Medidas diferentes para a mesma realidade pandémica?!

Um apelo às personalidades mais esclarecidas deste País

No Agrupamento e na localidade onde dou aulas, existem mais de uma dezena de pessoas que (infelizmente) foram infetadas. Estiveram em contacto com os professores, os professores com os alunos e estes com familiares, assistentes operacionais, funcionários de vários serviços e vice-versa.

Aproxima-se em força a 2ª vaga (ainda que para uns já vamos na 3ª ou 4ª vaga) ou surto pandémico em grande força, coincidente com o vírus da gripe, resfriados, alergias, sinusites, rinites, asma, alergias aos pólenes, et cetera. Quando se unir ao coronavírus, já ser um cocktail “explosivo”. E as sequelas de quem positiva ou assintomaticamente acusou ser portador do coronavírus, quais serão daqui a 10, 15 ou 20 anos? Quanto vão custar ao próprios e ao erário público?

Os líderes mais prudentes, sempre atuaram baseado no “mais vale prevenir, do que remediar” e desenharam políticas e decisões para “ontem” e não para “amanhã”!

Os enfermeiros (sempre na primeira linha da frente), os médicos e os bombeiros andam exaustos, e ainda “a procissão vai no adro.”!

A Depressão Bárbara, está a passar por Portugal. Muitos vão-se constipar!

Os Pastorinhos de Fátima, Francisco Marto e Jacinta Marto, morreram antes dos 13 anos!

Volto a repetir, que a segunda vaga da Pneumónica ou da Gripe Espanhola, foi mais avassaladora, do que a primeira!

Não percebo algumas autoridades do meu País, ao não encerrarem algumas Escolas ou Agrupamentos, onde se verificaram pelo menos (para já) 4 casos positivos!

Quem poderá afirmar com toda a certeza, que os casos já não estão desatualizados?!

Encerrem-se temporariamente as Escolas ou Agrupamentos, 10 ou 15 dias. Retorne-se ao Ensino à Distância, para salvaguarda de todos, durante esses 10 ou 15 dias.Sei que dificilmente o Governo assumirá tal posição, pois é muito comum nos Agrupamentos a Net “ir abaixo” e os professores terão que usar os seus “PC’s” pessoais.

Também constato que pelo menos metade ou mais dos Diretores (as) dos Agrupamentos, não anda de sala em sala a dar aulas. Estão mais “refugiados” nos seus gabinetes. Quando muito têm uma turma. É claro que não ponho todos os Diretores no “mesmo saco”.

Outro dado relevante é que não existem ventiladores nem cama de cuidados intensivos para todos! As autoridades mais responsáveis desloquem-se ao “terreno”, entrem nas enfermarias e nos hospitais, vejam com os próprios olhos (mas protegidos) e não se limitem a opinar com base em relatórios que lhe chegam aos computadores ou por câmaras de videovigilância!

Já agora, alguém que explique porque é que no ensino universitário existem dias ou semana em que há aulas de Ensino à Distância, seguido de Ensino Presencial, para depois voltarem ao Ensino à Distância? Estarei mal-informado? Os meus ex-alunos, dizem-me que não!

Como o Sr. Bastonário da Ordem dos Médicos afirmou há dias: “Se a saúde falhar, falha tudo o resto.”

Reitero, “mais vale prevenir do que remediar”, numa altura em que Portugal, a Alemanha, a França, a Espanha, o Reino Unido, a República Checa, a Itália, etc, voltaram a bater novos recordes nos últimos cinco dias!

Um cidadão preocupado.

JSantos

Não Havia Mesmo Necessidade

Não pretendo qualquer privilégio especial, mas foi uma perda de tempo meterem-me na bolsa de avaliadores externos da minha zona e, pior, nomearem-me mesmo para observar as aulas de uma colega que conheço há quase 30 anos e de quem fui colega de infortúnio desde os mini-concursos de finais de 80 e inícios de 90. Até agora, o CFAE tinha tido o bom senso de nomear outras pessoas que estão no meu escalão ou mesmo mais adiante. No início do ano (o civil) soube da nomeação e avisei logo a minha colega que a não iria avaliar e esgotaria todos os meios para esse efeito. E também avisei um dos elementos lá da equipa pedagógica do Centro. Veio a pandemia e tudo ficou parado. Mas agora recomeçou. Ela já foi informada oficialmente do facto, mas a mim ainda nada chegou. Claro que já falámos e eu renovei o que lhe afirmara. Recuso-me terminantemente a participar nesta palhaçada, como se eu tivesse uma competência acrescida para avaliar uma colega de quem me considero amigo e que tem uma carreira paralela à minha. A nomeação só servirá para atrasar o processo e duvido que tenha sido inocente. Tenho direito a achar que foi um “teste”. Se assim não foi, tudo bem. Se foi, lamento, mas devem estar a confundir-me com um daqueles que em tempos disseram “antes eu do que outro pior” ou, mais recentemente, “depois quem se prejudica é @ colega” (não, há sempre quem colabore… e até, por certo, mais qualificad@ do que eu, que tive sempre o cuidado de não fazer qualquer formação em avaliação e supervisão pedagógica). Arranjem um desses ou alguém que não se queira chatear com a coisa. Porque em matéria de concursos de teimosia…

De Nível Superior

Manda uma pessoa os filhos prá Universidade… e ainda lá para fora…

Três festas Erasmus causaram maioria dos contágios no superior

Há cerca de 500 estudantes do ensino superior público com covid-19. Contágio entre a comunidade Erasmus no Norte é responsável pela maioria dos casos.

(já sei… não é grave… é malta nova…)

2ª Feira

Aquele “sentido profundo do dever cívico” está em clara erosão. Não falo apenas por mim, que o sinto a diminuir à medida que observo a sua ausência ou o manifesto “sentido profundo de desenrascar a vidinha à custa dos outros”. Sobre isso há articulistas que se deveriam informar e escrever e não andarem sempre a chatear os mesmo.

(eu percebo que as condições são más e já escrevi sobre isso, mas o que dizer de quem concorre, aceita horários, mete atestado no primeiro ou segundo dia e depois, ao fim de umas semanas, renuncia, deixando turmas ao deus-dará, incluindo algumas com exame nacional? deve ser uma “ética dos novos”, que a dos velhos está fora de moda)

Silêncio A Dobrar

Não deveríamos saber, em nome da saúde que ao ser “pública” é de todos, o que se passa em matéria de contágios nas escolas privadas? Porque, depois de um ou dois casos, logo a abrir o ano, despareceram quaisquer referências apesar de, informalmente, se saber que continuam a existir situações de várias turmas em casa por maiores ou menos períodos de tempo. Apesar de “privadas”, não terão essas escolas algum dever de transparência nesta matéria?