Coisas Boas

O Marinho Pinto não ir perdigotar a Assembleia. A República já tem sido suficientemente enxovalhada, não precisa de ser salpicada.

A multidissidência bloquista – livres, avançados, agires e mais coisas assim – ficar do lado de fora, a ver se percebe que a sua visibilidade passa pelo espaço que lhes é dado em alguma imprensa e programas de entretenimento político nocturno. Não gosto da forma como fizeram as coisas, como encenaram uma via alternativa que mais era do que um esboço de muleta para este Tó que também esteve longe de estar bem na forma como defenestrou o outro Tó, que era fraquinho, fraquinho, mas talvez capaz de ganhar à tangente.

E não foi por falta de acesso à comunicação social que perderam para o PAN que, esse sim e independentemente de acharmos que a causa merece um partido ou apenas uma ONG ou um lobby, surgiu aos eleitores com princípios claros e não apenas com uma estratégia para chegar lá.

espelho

2 thoughts on “Coisas Boas

  1. pois..nos dias que correm os animais têm mais protagonismo que os ditos racionais..tenho pena pela Drago ..e mesmo o Tavares gostaria de o ver por lá quanto mais fosse para tirar as dúvidas.
    de qualquer modo o facto do Marinho ter ficado de fora já é bom..
    Tempo agora para que o tempo não nos fuja..e clarifique estas águas turvas e fedorentas..depois…

    Depois das Eleições
    Depois de uma campanha eleitoral animada, a grande vantagem de qualquer eleição democrática é a de o povo sair, finalmente, da sala de estar dos políticos. É uma sensação de alívio que alguns eleitos descrevem como semelhante ao momento em que uma dor intensa, por qualquer razão obscura, termina.
    (…) Depois de qualquer eleição a sensação dos políticos – quer tenham perdido quer tenham ganho – é a de que o povo mais profundo acaba de entrar todo num comboio, dirigindo-se, compactamente, para uma terra distante. Esse povo voltará apenas, no mesmo comboio, nas semanas que antecedem a eleição seguinte.
    Esse intervalo temporal é indispensável para que o político tenha tempo para transformar, delicadamente, o ódio ou a indiferença em nova paixão genuína.

    Gonçalo M. Tavares

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