Os Espertos-Chicos

É aquela malta que tem uma ideia asinina e acha que é o máximo da genialidade. Há de todas as cores e credos, mas agora dá mais gozo bater nos direitinhos.

De acordo com a sua ideia de spin, o facto de um eventual governo do PS não ter quaisquer elementos do Bloco ou do PCP é a prova provada da fraqueza dos “acordos”.

Mas, acaso aparecessem quaisquer ministros ou secretários de Estado daqueles partidos, ai-nossa-senhora-de-fátima-em-cullotes que eles vão ter acesso a informação privilegiada e ainda vendem os segredos da NATO à Coreia do Norte e o tio Aníbal das cagarras já tinha justificação clara clarinha para impedir a indigitação de um tal governo.

Às vezes dizem que sou arrogante ao realçar a imbecilidade previsível destas criaturas de uma só sinapse de cada vez. Mas é impossível ser de outra forma.

Insurgente

 

16 thoughts on “Os Espertos-Chicos

  1. os chicos são diferentes dos Franciscos porque são mais básicos e lineares. Já os Franciscos embrulham a coisa em papel mais sofisticado. Só depois de desembrulhar se percebe que é tudo igual.

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      1. Eu divirto-me especialmente com os intervalos das médias, coisa tão erudita não apreendida pelo próprio fanqueiro falso. Não aprecio muito, contudo, que os históricos continuem, mesmo que em tese, numa senda de legisladores sem contrato averbado e com o dito acervo, incomum a umo mero mortal como eu.

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  2. Então não ouvimos já isto, vindo dessas bandas: Um governo com ministros do BE e do PCP não seria bem visto por Bruxelas e pelos mercados?…

    Por outro lado, haveria acordos que resistissem a acordantes “irrevogáveis”?…

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  3. Depende da frequência em que se ouve, funcionando-se sempre como receptor, se tal vier a ser permitido,

    Estou farto de ser bombardeado com “outros caminhos” em que outros esbarraram, todos soviéticos.

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  4. “É aquela malta que tem uma ideia asinina”

    O exemplo do ego indicador, do único ego, só faltava apelidá-los de maltezes e, intelectualmente, ser um imensamente detractor do contrário. Aqui a malta vive, não vive de gráficos de agradabilidades.

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  5. Da mesma forma que se desconhecem, por ora, muitos aspectos da real situação económica e especialmente financeira do país, também se desconhece como os aumentos das contribuições para a ADSE terão financiado empreendedores privados que terão inventado a favor dos puf, quero dizer paf (os tais do portugal ao fundo) equipamentos sofisticados como o “acordómetro, o credibilómetro e o estabiligrafo”… nós é que não sabemos…
    (mas aqui para nós que ninguém nos ouve, também já ouvi dizer que assim que os paf os testaram consigo mesmos, avariaram-se todos… é que não há escala – como está na moda, escala negativa- que aguente com aquilo)

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  6. O argumento de que se estivessem no poder teriam informação privilegiada, logo, seria perigoso tê-los no governo, é ridículo.

    Já o facto de não participarem num governo de esquerda é indicador de algo, na minha opinião, muito grave. E que demonstra, até certo ponto, de que forma é frágil o acordo, desculpem, acordos da esquerda, desculpem, das esquerdas.

    Eu sei que muita malta está ansiosa por se ver livre desta direita. Eu próprio faço parte do grupo que acha urgente tirar estes de lá. Mas não de qualquer forma.

    Vou tentar ser mais claro: caso esta coligação de esquerdas não funcione e traga de volta uma direita reforçada, não pretendo “gastar” mais o meu voto em partidos que não tiveram a coragem de ir para o governo; ou seja, BE e PCP, never more. Por mais que estes venham a culpar o PS pelas falhas nos compromissos e até tenham alguma razão.

    Caso funcione, venho aqui assumir o erro e darei a mão à palmatória.

    Quero ver é se quem defende esta união de frangalhos de acordos piores que o das pizzas vai assumir que isto foi tudo muito mal parido, e não vai vir culpar os mercados, a Alemanha, a Europa, as agências de rating, o Cavaco e o Salazar.

    Já agora: considerando que Cavaco deve dar posse a António Costa, não considero, como alguns, que ele está obrigado a fazê-lo e que, se não fizer, estará a desrespeitar a Constituição.

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