21 thoughts on “Que @s Há

  1. Sou frontalmente contra a notas ad hoc. Esta posição é irredutível. Chamem-me escrava se quiserem mas eu não abdico da honestidade de uma folha excel. Tenho sempre a liberdade de subir ou descer um parâmetro conforme a situação mas,…dentro dos limites dos critérios de avaliação previamente definidos. Se o aluno chateia e eu não lhe posso dar 2…azar meu, sorte dele. Há outros mecanismos de controlo para a indisciplina.

    1. A folha de excel é tão honesta quanto a pessoa que a elaborou e colocou lá os dados. Eu discordo dessa visão de notas “ad hoc” sem folha de excel. Isso significaria que antes da microsoft não existia honestidade na avaliação dos alunos. Eu acho que aquelas maravilhosas fórmulas são uma carapaça para transmitir segurança.

      1. A avaliação sempre foi subjetiva. Como já disse também fazia avaliação antes do excel. O rigor do antes e do agora não tem comparação. Agora é-se mais claro e os fatores subjetivos estão minimizados.
        E sim… precisamente: não podes dar 2 a um alunos que te infernizou a vida só porque achas que é pedagogicamente mais correto. Antes do pedagogicamente há a ponderar outros fatores que podem contrariar a tua tendência.

  2. Maria, ainda bem que é ex. Só não sei se é ex por aposentação (um argumentário) se é ex por ter abandonado a profissão (outro argumentário).
    Eu fui bem explicita : variável dentro dos critérios de avaliação, ou seja se o comportamento valer 3% eu posso avaliar com 1,2,3,4,5 conforme a situação. Não posso é inventar que um aluno com testes positivos que valem por exemplo 70% irá ter um 2 no final do período.
    Mas eu compreendo que considere que dou avaliações ad hoc… este tipo de comentário provocador é idêntico aquele outro que o povão usou para destruir o prestigio da classe docente: à falta de conhecimento efetivo sobre a coisa, recordaram a sua própria experiencia pessoal e …tivemos azar: o povão recordou os tempos conturbados do pós 25 Abril, com PREC incluído, em que tudo era rebaldaria. Eu sobrevivi como aluna e a experiencia não foi muito má: transformei-me em professora. Que conhece a profissão por dentro, está adaptada aos novos tempos e sabe usar a tecnologia a seu favor sem esquecer os compromissos entre alunos, EE e pedagógico da Escola- Critérios de avaliação. Querendo alterá-los posso sempre justificar em ata, mas…tem de ser uma argumentação imbatível que o CT aceite.
    Não inventem e sejam transparentes.

  3. “Não posso é inventar que um aluno com testes positivos que valem por exemplo 70% irá ter um 2 no final do período.”
    Não sei como se distribuem restantes 30% mas considerando que:
    – um teste positivo irá de 50 a 100%,
    – que não contem apenas os testes,
    e pressupondo que :
    … outros parâmetros (por exemplo: postura em sala de aula,…) valerão 30%….
    Assim e por exemplo testes de 60% que valem 70% no cômputo da avaliação final traduz-se em 42% – nível 2 e se o aluno não tem uma atitude de empenho, trabalho e cumprimento parece-me que terá mesmo nível 2.

  4. As grelhas são um admiravel.mundo.novo..servem.para quem acha que sem.elas tudo deixa de fszer sentido..eu vou resistindo..uso.o senso comun..mas não digo que um dia não as use na sua assepçao maos simples..há quem as ise no.dia a dia..querido.hoje nao coiso ..:-) 🙂 tens negativa no comportamento..

  5. As grelhas são um admiravel.mundo.novo..servem.para quem acha que sem.elas tudo deixa de fszer sentido..eu vou resistindo..uso.o senso comun..mas não digo que um dia não as use na sua assepçao maos simples..há quem as use no.dia a dia..querido.hoje nao coiso ..:-) 🙂 tens negativa no comportamento..

  6. Essa do “ad hoc” faz-me lembrar quem há uns dias acusava colegas de dar notas a “olhómetro”. Antes um olhómetro com eles bem abertos do que o rigor de grelhas com olhos fechados para a realidade individual dos alunos.

  7. Não são apenas escravos! Muitos, enfim, alguns, como se vê, são autenticos pior que negreiros, arrebanhando cada vez mais escravos para a sua causa. E ficam muito chateados quando encontram resistências. Sorry, também já dei para este peditório. Há vinte ou trinta anos fazia sentido esta discussão. Hoje, my God, não.
    Permito-me apenas reforçar uma ideia do Paulo: Saberá a maria.c que antes da microsoft e mesmo antes da máquina de cálcular (tenho quase a certeza que até antes do ábaco), já havia avaliação? E classificação?

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