Quando?

Tendo hipótese de fazer isso em seu tempo, chegou a fazer? Porque eu concordo com o princípio enunciado, só que quem teve a possibilidade de praticar, deveria apresentar um exemplo prático. Até porque não acredito que seja crença ganha apenas agora com a nova situação política. E escassearam declarações destas quando foram muito necessárias num passado não muito distante, por exemplo quando os programas de Matemática e Português andaram na corda-bamba, ano sim, ano sim. Eu compreendo as inibições nascidas de se ser conselheiro presidencial mas, mesmo assim…

Só não percebi se a sucessão de declarações desde a 6ª feira da revogação da prova final de 4º ano são apenas uma forma de preparar alguma saída airosa. Que não seja para dar lugar a uma outra ex.

baternacabeça

 

13 thoughts on “Quando?

  1. A falsa sensatez, ponderação e isenção do antigo ajudante-de-isaltino, ex-ministro, conselheiro em diversas frentes e promitente senador do regime David Justino.

    É engraçado que depois de ter dado cobertura à prepotência do MEC de Nuno Crato, que não precisou de estudos nem avaliações para impor, na base do achismo e do preconceito, as metas curriculares, ache agora que reverter uma política errada precise de infindáveis estudos e inalcançáveis consensos.

    Suprimir de imediato as metas não a criaria a confusão, o caos ou o vazio. Antes de haver metas existiam, e continuam a existir, os programas das disciplinas, e é por eles que nos devemos orientar. Escrevi ontem sobre o assunto em https://escolapt.wordpress.com/2015/12/29/para-acabar-de-vez-com-as-metas-curriculares/

  2. Neste momento, metas curriculares e programas coincidem na larga maioria das disciplinas, para não dizer em todas. A suspensão das metas apenas significaria a suspensão das metas intermédias, nada trazendo de especialmente novo.

    1. Até pensei que os programas que lecciono tivessem mudado sem eu dar conta, mas não, no site da DGE continua a constar o velhinho programa de História, 3º ciclo, dos anos 90, ele próprio já quase um documento histórico: http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ficheiros/eb_hist_programa_3c_2.pdf

      E não, as metas e o programa não coincidem. Por exemplo, a organização política de Esparta não consta do programa e vem nas metas; o desenvolvimento das ciências no início do séc. XX faz parte do programa e foi ignorado nas metas e na maior parte dos novos manuais.

    2. Não correspondem exatamente: eu no 9º tenho tudo de pernas para o ar e mais conteúdos para dar o que se torna difícil gerir. Preferia que suspendessem, mesmo, as metas!

  3. Eu disse a larga maioria das disciplinas… de qualquer modo, os manuais que toda a gente (quase) usa, seguem as metas e não o programa.

    A mim não altera absolutamente nada ser programa, metas ou as duas coisas… até porque já leccionava Esparta nos anos 80… e não havendo avaliação externa, como os bem-pensantes concordam, nem dá para uma pessoa se ralar muito se dá ou deixa de dar, certo?

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