Os Culpados?

Serão estes os responsáveis pelo aumento em 6% dos subsídios às ppp educativas, enquanto o orçamento da rede pública continua a reduzir-se? Fica aqui a lista provisória (Julho de 2015) e a definitiva (Agosto de 2015) dos colégios a que estava previsto dar dinheiro em regime de contrato de associação.

Resta verificar se não existiriam escolas públicas nas respectivas zonas com capacidade para integrar estes alunos. Em alguns casos, poderiam continuar a frequentar as aulas de hipismo em regime externo, penso eu de que.

Lista Provisória do Concurso de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo

Lista Definitiva do Concurso de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo

CAixaReg

5 thoughts on “Os Culpados?

  1. 6%? Discutir migalhas? Vira-te para o PM e ataca as opções do Plano. Porquê o Superior e não o Básico? Porque a agricultura e não a educação? etc. Análises globais e não sectoriais impõem-se.
    Se te apetecer…

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  2. A questão não é assim tão simples, pois com a última revisão do estatuto do ensino particular e cooperativo a falta de escolas públicas na proximidade deixou de ser critério obrigatório para os contratos de associação. Portanto não haverá base legal para, indo por aí, denunciar os contratos trienais feitos com os colégios no final do mandato de Nuno Crato.

    Mas é verdade que a grande maioria dos alunos teriam perfeitamente lugar nas escolas públicas mais próximas. Os casos mais flagrantes são os de Coimbra e das Caldas da Rainha. E temos Fátima, que deve continuar a ser, em pleno século XXI, um couto eclesiástico, onde o Estado se abstém de construir escolas para dar o dinheiro correspondente a ganhar aos colégios religiosos da cidade.

    Fiz em tempos a análise desse concurso aqui: https://escolapt.wordpress.com/2015/07/16/contratos-de-associacao-para-201516/

    E tenho acompanhado o tema no meu blogue, por aqui: https://escolapt.wordpress.com/category/contratos-de-associacao/

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    1. A questão está no conceito de “compromissos assumidos”. Se há cortes, ou comem todos ou não há pão, se há compromissos que não são respeitados há quase uma década… porque será que receiam tantos outrs? Questão de “obras” terrenas e divinas?

      Aguardo, claro, pela posição do BE e do PCP sobre isto. A ver se também se tornam “responsáveis” de forma selectiva.

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      1. Não tenho formação jurídica para ajuizar da possibilidade legal de anular contratos celebrados mediante concurso público: limito-me a constatar que a equipa de Nuno Crato deixou o negócio blindado para quem viesse a seguir e provavelmente o que se poupasse por aí haveria de ser gasto em indemnizações. Tanto que só no final do mandato se lembraram de fazer concursos por três anos.

        Da minha parte, acho mais importante estarmos atentos aos NOVOS contratos que irão ser celebrados este ano e que, esses sim, já deverão seguir novos critérios e traduzir-se numa redução significativa dos financiamentos. Caso contrário, alguém nos anda a enganar, e não preciso de ouvir o BE nem o PCP para concluir isso…

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  3. Pois… tens a mesma opinião sobre a TAP e a concessão dos transportes públicos<? Foram concursos públicos e até internacionais… a "blindagem" só serve para umas coisas e não para outras. É a chamada coerência selectiva.

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