AEEP, Cambridge e…?

Não é novidade o desejo, apenas a questão de um envolvimento de um certo organismo público autónomo ainda está por perceber. Consta que é por estes dias que se decide. E como será com a vigilância e classificação? Fazem formação acelerada ou importam (pagando?) professores do público? E será verdade que a certificação ficará, na mesma, pelos 25€?

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Vão Começar as “Conquistas”

Até regredir passa a ser um avanço na nova forma de representar a realidade. Eu ainda sou do tempo em que atribuir quatro níveis a um professor só poderia ser feito em condições excepcionais. A FNE acha que podem ser quatro. Confirmar (p. 2) no contributo negocial: Contributos-FNE-2016_2017.

Deste modo, propõe-se que seja definido o número máximo de turmas, de níveis e de alunos que pode ser atribuído a um docente: assim, um professor não poderá ter mais do que 8 turmas / 4 níveis / 150 alunos.

Chaite!

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Os Afectos…

… em tempos digitais continuam a exigir a posteridade relativa (cada vez menos relativa devido às austeridades que limitam as detergencias) do tampo das mesas, porque os sms, mms e uótesapes duram o segundo da leitura e desaparecem no trash ou numa tirada do chagasfreitas.

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