Não Sou Grande Crente e Ainda Menor Praticante

De têpêcês em tempos de férias. Não quer dizer que acho que devam ser proibidos como algumas pessoas que pensam muito sobre estas problemáticas mas, no meu caso particular, salvo em situações excepcionais, gosto de respeitar o período de descanso que também reclamo para mim. E mesmo em período lectivo sou muito frugal em tais exigências e quando os mando é porque algo ficou por completar na aula e muito esporadicamente não são pedidos para entregar vários dias depois. Para mim, o acompanhamento familiar do desempenho dos alunos é mais do que isso e não é por aí que resolve o mais importante. Apesar de ser, para algumas opiniões, um arcaico defensor de provas externas de avaliação – vulgo “exames” para a vulgata progressista do ensino do século XXII com base nos jogos e descobertas de teorias do século XIX – não associo isso a regimes de trabalhos forçados com base na lógica do “não gostas, toma mais” ou do “quantidade é qualidade”. Pelo contrário, acho que a qualidade do trabalho diminui bastante com o excesso. Lá está… tenho a mesma posição sobre o trabalho dos alunos que tenho acerca do dos professores. e continuo a achar que desde que os currículos estejam bem desenhados e as condições em sala de aula sejam as desejáveis, é necessário pouco mais para que tudo corra bem. Porque há um tempo próprio para tudo. Sou um conservador utópico.

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