Expliquem-me, Como se Fosse Moreno Falso

Para que raio se prevê que “no ano letivo de 2015 -2016, podem ainda ser realizadas provas de Português e Matemática nos 4.º e 6.º anos de escolaridade, visando a aferição e a obtenção de dados de fim de ciclo”?

Então estão-se a validar, mais um ano, as práticas “nocivas” das escolas, que “afunilavam” o currículo e só serviam para “treinar para exames”, denunciadas pelo ministro e pelo secretário de Estado em várias ocasiões? Para que servem, exactamente? Se é para obter dados úteis, então porque não são mantidas nos próximos anos? Se não são, para que servem? E se são feitas a nível de escola, no que se distinguem de um teste comum feito internamente? Por causa da matriz nacional? E a classificação é feita internamente?

Então se existirem uns directores assim para o hiperactivo por procuração, temos provas no 2º, 4º, 5º, 6º, 8º e 9º ano? Umas nacionais, outras locais, todas de aferição, a não contar para a nota nem para o ranquingue, com matriz nacional, tudo em nome da autonomia e liberdade das escolas?

E as crianças, senhores? As que fizeram “exames da 4ª classe” o ano passado levam com as provas de 5º em cima?

Aquela deputada toda avant-garde do PS não tinha dito que o massacre terminara?

Iupi, sai mais um copito para a mesa do canto.

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