Dá-me um Banif…

… e eu arranjo uns lugares à maneira para alguns amigos da Situação. Qualquer Situação que se preze protege os seus. Há cardonasevarasdacaixa, branquinhosónegoingues e albuquerqueérroues por todo o lado. Durante ou depois. Conforme as oportunidades. Com mais ou menos ética à mistura todos são – em meu entender – excelentes nas suas fatiotas feita à medida por alfaiates distintos. Se são todos competentes e merecedores? Claro que sim, claro que sim! Não foi o que acabei de escrever?

paraq

Tão Crescido que Eu Estou

Leio com cada enormidade por aí e já não me apetece ripostar, salvo situações excepcionais. O caso mais recente é o de ver gente tão espectacular, excepcional, extraordinária em matéria de investigação e juízos morais e éticos sobre os outros a não gostar que lhes façam o mesmo e a passar a si mesm@s um enorme atestado de bronquidão. Vai à conta da paixão, prontossss.

E nem se fala em matéria de Educação ou Futebol, que os tempos estão para chorrilhos de disparates de TODAS as cores.

Brinca

59 Vezes

Aquelas em que, de acordo com o word, é referido o nome de José Sócrates (assim ou apenas como JS) na versão integral do depoimento da jornalista f/FC/Fernanda Câncio que se queixa pelo facto da Visão ter acrescentado o nome do antigo PM ao título do texto que fez a primeira página da sua última edição. Realmente, não faz sentido… foi uma extrapolação perfeitamente abusiva.

somatorio

Say no More, Say no More

A Aximage perguntou aos 600 inquiridos do barómetro político de Maio qual o grau de confiança que têm nas instituições e as respostas permitem concluir que os portugueses confiam mais nos jornalistas e na comunicação social do que nos políticos e na Igreja Católica.

A empresa de sondagens pediu aos inquiridos para avaliarem oito instituições com um grau de confiança que varia entre grande, médio ou pequeno. Com base nas respostas, construiu um índice de confiança, que oscila entre 0 e 20. A instituição em que os inquiridos mais confiam são os amigos e conhecidos, que recebem um índice de confiança de 15,1.

Seguem-se as Forças Armadas, com um índice de 13,4. Logo depois estão as escolas e os professores, com 12,6. A comunicação social e os jornalistas ocupam a quarta posição, embora com nota negativa, de 9,8. Os média despertam mais confiança nos portugueses do que o Governo (8,7), a Igreja Católica e os padres (8,2) e a Assembleia da República (7,9). Na última posição estão os tribunais e a justiça, com um índice de confiança de 6.

Mas há sempre aquelas teorias de vão de escada – tipo opinadores avençados (mais limpinhos, limpinhos dos papéis do panamá ou de quaisquer outros) pelos vários poderes em quem quase ninguém confia – que dizem que as pessoas não confiam nas escolas e nos professores…

Zepov