Como é que Diz que Disse?

Mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas… mas, mas, mas… os professores portugueses não são arcaicos, racistas, segregadores, entediantes, eivados de uma cultura de retenção, incapazes de perceber as novas tendências, a precisar de urgente formação (made in católica or isczé, é conforme os mandatos) essas coisas todas?

“Em 2012, os alunos portugueses foram os que mais consideraram ter um bom relacionamento com os professores (86%) e cerca de 25% sentiam-se felizes na escola”, lê-se no estudo.

Na lista dos onze países europeus, as escolas portuguesas surgem em 5.º lugar com a maior percentagem de alunos felizes (25%), ultrapassadas apenas pelas espanholas (35%), as do Luxemburgo (30%) e as suecas.

Seguem-se as escolas da Dinamarca, Irlanda, França, Polónia, Holanda, República Checa e, por último, a Finlândia, onde apenas um em cada dez alunos é feliz na escola.

Mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas… mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas…. não temos as escolas em crise, a necessitar de um novo paradigma, a precisar de seguir as boas práticas alheias de países como a Finlândia?

Mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas…

Surprise

 

3 thoughts on “Como é que Diz que Disse?

  1. Ai as estatísticas! Então as de “felicidade”… Mas embarcando no jogo delas, também se poderá dizer que elas “confirmam” que o paradigma escolar vigente está esgotado, mas (ainda) funciona graças aos professores e à sua dedicação e entrega.

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