Exacto!

Uma excepção brilhante ao que escrevi mais abaixo:

Caras pessoas amarelas,

O que vos faz ir para as ruas é a escola dos filhos de cada um de vós. O que me fez e faz e fará ir para a rua, e até escrever este texto, é a escola de todos os filhos. Nunca foi “a escola do meu filho”. Foi sempre A Escola. Não vos vi por lá nessa altura.

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Será da Idade?

Aquela incómoda sensação de se ler, ouvir e ver cada vez mais coisas redundantes, demasiado previsíveis, com os cordelinhos das marionetas mal escondidos?

Ou isto raramente deixou de ser a boa e velha choldra? E não falo só dos marquesmendes e daqueles debates das nove da noite entre juniores do bloco central desavindo na sicn ou de velhas carcaças no resto.

Choldra

A Choldra, nº 1, 31 de Janeiro de 1926

Do Olhar

O Galamba mais velho está muito indignado com umas coisas (cortes nos contratos de associação de uma dezenas de miçhões de euros), mas não o vejo ou leio falar de outras (ou muitos milhares de milhões enterrados na banca). Digamos que é uma forma curiosa de estar. Se até o Álvaro dá pelas coisas e está longe… Mas… os amigos são para as ocasiões. Como é habitual, o Observador rejubila.

Pandora

Não Diria Melhor

Mesmo se o queirozezeze depois incline a coisa só para o lado dos sindicatos, omitindo o poder de influência do seu lobby que muito poder ganhou nos últimos 15 anos, tendo sido um certo mandato curto muito importante para instalar as sementes que floresceram entre 2011 e 2015. O que ele descreve em termos teóricos foi a linha orientadora da estratégia de sucesso de um grupo de pressão junto do ME(C) nos últimos anos. Não é por acaso que o Estatuto em causa e os seus fundamentos sejam tão bem descritos e com tanto gosto, pois são em muito obra dos regulados e não propriamente do teórico regulador que quase só assinou.

Quanto à captura do sistema por alguns dos seus agentes, este fenómeno corresponde à capacidade dos regulados em influenciar a regulação em seu favor, isto é, por força da sua capacidade de influenciar o regulador, os regulados conseguem que aquele crie normas que lhes são favoráveis independentemente do seu valor para os beneficiários da regulação. No caso da educação em Portugal, a capacidade de influência dos regulados encontra especial respaldo legal, na medida em que o Estado se encontra obrigado a negociar com os sindicatos da educação as condições de trabalho no sector. Passar das condições de trabalho para a regulação do sector em geral foi só questão de influência.

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