Deste Tamanho

Pessoas na ColoquioA boa disposição, há uma semana, em Odemira, no painel da tarde do debate sobre o Ensino Doméstico e diversas coisas mais, após um excelente ensopado prandial.

Tenho reduzido cada vez mais este tipo de participações, porque a certa altura as pessoas só se andam a repetir, com ar de grande seriedade, e a coisa deixa de dar qualquer gozo. Interessa participar quando o tema é sugestivo, há algo de novo a descobrir e se tem a possibilidade de dizer o que se ajusta ao momento em vez de ajustar o momento ao que se leva a todo o lado.

Aproveito para agradecer a simpatia dos anfitriões nas pessoas da Drª Soraia Manuel e do vereador Hélder Guerreiro.

9 thoughts on “Deste Tamanho

      1. Nem me interessa se é remunerado ou não. Mas alinha com as autarquias que estão a meter o bedelho. Odemira é a próxima municipalização. Sei bem do que falo.

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    1. Cara Ana, por acaso sabe o que eu disse?
      Acha, porventura, que quando eu vou a algum sítio é apenas para validar o que por lá se passa?
      Poderia dar-lhe diversos exemplos, em contextos bem mais complicados, de contestação directa ao que se estava a passar… como, por exemplo, os debates feitos há anos sobre o “relatório do FMI” no Palácio Foz em que pude dizer ao vivo e a cores ao então secretário de Estado Moedas a vergonha que aquilo era.
      E sobre a municipalização, o mesmo, em seminário do CNE,
      Se tiver meios de aceder ao conteúdo do que eu por lá disse, talvez possa sempre ter a simpatia de pedir desculpa pelo que escreveu. Até porque o tema do encontro era totalmente outro.

      Mas, claro, pode sempre fazer acusações sobre o que desconhece :-).

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      1. Não sei nem quero saber. Eu digo não à municipalização de forma absoluta e já vi muitos desses debates em que se convida o contraditório de serviço para parecer que é tudo muito democrático e participativo.
        Há os coniventes e os resistentes. Sempre foi assim. Infelizmente, os resistentes são em menor número. Os coniventes ganham a vida a deixar acontecer e a ser eternos comentadores.
        Não acuso, constato.

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  1. Cara Ana, só constata quem observa algo. No seu caso, apenas gosta de lançar uma pontinha de dúvida sobre os outros. O debate não era sobre a municipalização, nem algo parecido. Calhei falar eu do assunto de raspão.
    O seu “não” de “forma absoluta” espero que tenha sido vertido em votação no referendo da Fenprof e que o seu resistente de serviço – que fez de contraditório ocasional num debate em que participei – cumpra o que prometeu. Seria interessante, para variar.
    Porque “conivências” há muitas e consta-me que já existiu um upgrade das pizzas. Mas como não vi mesmo, não posso “constatar”.
    Tal como constato que existe uma comentadora “ana” que ninguém sabe se é conivente, resistente ou apenas assistente.

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