Golpismos

Mas na Turquia o golpe foi de militares ou juízes e procuradores? E a “nossa” europazinha de eunucos e barrosos em trânsito dá a patinha e abana a cauda ao Erdogan, a ver se ele trava algo com que concorda, o fim de um Estado de Direito e laico, substituído por uma crescente islamização, que só difere em grau do que se chama “terrorismo”, em especial quando se trata de dizimar curdos?

Jesuis

As Plataformas Betas

Exmos. Senhores Diretores de Escola/Agrupamento de Escolas Exmos. Senhores Presidentes de CAP

Atendendo aos constrangimentos que nos foram levados ao conhecimento e pretendendo ir ao encontro das melhores soluções que facilitem o trabalho das escolas nesta fase, informamos que:

1) O carregamento na plataforma SIGO de turmas do ensino básico geral (2.º e 3.º ciclos) e secundário dos cursos científico-humanísticos pode continuar a decorrer até data posterior ao início do ano letivo, mantendo-se aberta a plataforma para esse efeito como habitualmente;

2) O carregamento de turmas na plataforma SINAGET pode/deve ocorrer até ao próximo dia 26 de julho;

3) Sem prejuízo desta dilação, solicitamos a melhor compreensão de todos os senhores diretores e presidentes de CAP para a necessidade de continuarem a proceder ao carregamento de turmas nesta plataforma (SINAGET) com o maior rigor e celeridade possível;

4) A informação entre estabelecimentos de ensino para efeitos de transferência de alunos deve circular pelos meios e suportes entendidos como os mais convenientes, tendo em vista a maior agilização possível da conclusão dos procedimentos;

5) As matrículas que se encontram em processo de análise no portal eletrónico devem ser tratadas e finalizadas no mais curto espaço de tempo possível, em prazo nunca superior a cinco dias úteis.

Com os melhores cumprimentos,

Maria Manuela Faria
Subdiretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares

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Coisas Giras para Entreter

Distinguir metas de objectivos. Distinguir domínios e subdomínios de objectivos gerais e específicos. Distinguir perfis de níveis de desempenho. Distinguir descritores de indicadores. Destacar competências do resto. Distinguir ponderações de pesos relativos. Equivaler percentagens a níveis e a avaliações qualitativas. Misturar com competências e conhecimentos. Adicionar verbos no infinitivo impessoal ou ou na 3ª pessoa do presente do indicativo. Agitar enquanto se adiciona o trebuchet 10 ou 11 e leva-se à grelha. Polvilha-se com cores garridas ou suaves, a gosto, de forma a dar entre 3 e 5 no final, de preferência com (muito) mais de 30% de qualidade no sucesso e uma curva em J bem erecto (texto no Umbigo com quase 9 anos sobre curvas) para satisfazer o Bloom nos Céus.

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Critérios

Há já muitos anos, nos tempos formativos dos actuais decisores em matéria de Educação, vivemos um período em que as competências e as atitudes e valores imperavam nos critérios de avaliação sobre os conhecimentos e essas coisas anacrónicas como o desempenho em testes e outros materiais tidos como neandertais pelos sapiens sapiens de então (e seus discípulos de agora). Foram os gloriosos anos 90 do século passado e num dos seus últimos anos fui dt numa escola onde essa era a teoria que se queria prática de sucesso. Fui consultar os meus arquivos e dei com um documento em que se alinhavam, de forma equitativa, dez descritores de desempenho dos alunos, cinco para as atitudes e valores e cinco para os conhecimentos. No caso de alunos problemáticos a relação era ligeiramente diferente, de seis para cinco. Lembro-me de ter feito o reparo a quem de direito na altura que, daquela forma, só se tivessem 100% em tudo o que fosse conhecimentos é que muitos alunos poderiam passar, pois era na área das atitudes e valores que eles eram uma lástima. No caso dos tais problemáticos chegava-se mesmo à situação de, após a avaliação das atitudes, a dos conhecimentos só servir para distinguir os níveis 1 dos níveis 2.

Portanto, critérios há muitos e cada um@ faz deles o que entende, juízos morais à parte.

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