Os Melhores Amigos dos Professores

São, foram e sempre serão os alunos, os únicos que verdadeiramente sabem o que se passa nas aulas e que, guerrilhas milenares postas de lado, percebem que eles são o factor fundamental para o seu próprio desempenho. Não é tirar-nos importância, é apenas contextualizar o que é devido a cada um.

Para o sucesso, esforço dos alunos conta mais do que os professores

Conclusão de mais um estudo do projecto aQeduto é comum a todos os 11 países analisados. Apenas 10% dos estudantes consideram que ser bem sucedido depende do docente.

Claro que alguns especialistas podem sempre afirmar que eles não sabem bem do que estão a falar e que lhes falta uma perspectiva mais ampla e sistémica do problema.

Para variar, estes estudos são facultados à imprensa antes de sequer serem divulgados no site do CNE, onde fica apenas o anúncio da iniciativa, ou da FFMS, parceira do projecto.

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8 thoughts on “Os Melhores Amigos dos Professores

  1. É espantoso como os alunos ainda parecem resistir à cultura de infantilização (i e., de desresponsabilização) de que vêm sendo alvo, de uma maneira ou de outra, nas últimas décadas…

  2. Comecei a ponderar, na melhor opção de transporte…

    Autocarros
    7, 21, 35, 767

    Metro
    Estação de Entrecampos, Estação de Alvalade, Estação de Roma

    Comboio (Linha de Sintra e Margem Sul)
    Estação de Entrecampos ou Estação de Areeiro/Roma leo.

    Acho que iria de patins ,em linha !

    1. Conhecendo eu ligeiramente melhor os meandros da coisa, questionaria é porque uma instituição privada anda a pagar a maior parcela de estudos com que o CNE faz alarido mediático. Saber a resposta, sei, mas há tempos certos para se falar de algumas coisas.

  3. Estes estudos colocam no debate uma questão essencial:

    São os professores imprescindíveis na aprendizagem das crianças com altas expectativas escolares e bom enquadramento parental?

    A resposta mais provável é não. O que nos leva à reflexão sobre o estatuto socioprofissional dos professores (que no caso Português nem é/era mau), quando a sua acção pouco influi no percurso de vida dos alunos.

    (deixei o mesmo comentário no correntes do Paulo Prudêncio)

  4. Não só, mas também… Qualquer estudo necessita de ponderação: o saber de quem e o porquê das muitas finalidades (conceitos ideológicos subjacentes, etc, etc e tal). Estudos há-os para todas as medidas. Poderia contrapor este: http://www.economist.com/news/leaders/21700383-what-matters-schools-teachers-fortunately-teaching-can-be-taught-how-make-good (How to make a good teacher – What matters in schools is teachers. Fortunately, teaching can be taught) ou o “Visible Learning” do John Hattie por outro lado com conceitos quase na antípoda. Mas, vá lá, encontre-se um rumo e defina-se o que se quer, será sempre o mais importante. nã esquecendo que o conhecimento altera sempre o decurso dos eventos e a casmurrice também…

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