Prazeres, Estranhezas

Não percebo o ritmo editorial nacional, numa altura em que se diz que o sector está em crise. Os livros são enviados em catadupas para os armazéns das poucas cadeias de livrarias existentes e alguns mal aparecem em destaque e há mesmo os que nem a lombada quase mostram nas prateleiras. Alguns deles belíssimos, como aquele ali mais abaixo (mais parte da sua página 29), premiado e tudo, que nunca vi à venda até aparecer a preço de saldo. A concentração da distribuição e venda em 3 ou 4 cadeias de livrarias para além dos supermercados dá nisto, a par de outros atavismos que tornam a lei do mercado um mero instrumento de promoção do maior denominador comum do mínimo gosto possível.

Feriado

No concelho onde lecciono, hoje foi feriado, apesar de ser dia 13. Atendendo ao desgaste preparatório, nada como tentar reequilibrar as energias com uma desconhecida sangria de melancia, servida na casca da própria com 2 litros de capacidade, escusando-me eu a dizer quantos deram luta para a deixar quase no fundo.