Prazeres, Estranhezas

Não percebo o ritmo editorial nacional, numa altura em que se diz que o sector está em crise. Os livros são enviados em catadupas para os armazéns das poucas cadeias de livrarias existentes e alguns mal aparecem em destaque e há mesmo os que nem a lombada quase mostram nas prateleiras. Alguns deles belíssimos, como aquele ali mais abaixo (mais parte da sua página 29), premiado e tudo, que nunca vi à venda até aparecer a preço de saldo. A concentração da distribuição e venda em 3 ou 4 cadeias de livrarias para além dos supermercados dá nisto, a par de outros atavismos que tornam a lei do mercado um mero instrumento de promoção do maior denominador comum do mínimo gosto possível.

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