Já pensaram quantos professores poderiam aposentar-se e, em contrapartida, entrar na carreira com 1% do dinheiro com que contribuímos para as falcatruas do sogro daquele articulista do Expresso que nos detesta (aos professores) e periodicamente gromita inanidades biliosas a esse propósito?
E quanto rejuvenescimento docente não seria possível se adicionássemos o que foi enterrado no BPN, BPP, Banif e quejandos projectos de empreendedores nacionais?
Já nem falo do descongelamento da carreira que isso parece anátema entre uma classe política que faz das suas fraquezas um preconceito intransponível. Nem nos vale o Bloco, outrora tão solidário quando o apoio era inconsequente em matéria de actos de governação.
São opções, prioridades, pragmatismos.
Parece que a Revolução, agora, já pode esperar.


Pois, o Bloco. Porque não dizem nada?
Do que tu te foste lembrar. Carreira docente!
És mesmo de história!
Áh, o bloco está ali a discutir um aumento de 35 cêntimos nas pensões.
Investimentos produtivos…
motta,
Continuas de avião ?
…” aumento de 35 cêntimos nas pensões “…rurais !
Estamos feitos !
Epá, ainda não deu para trocar. O stander não tinha o que eu queria e, assim como assim, lá de cima não se vêem as nódoas!
🙂
A perigosidade das falácias
“A maioria das pessoas no mundo vivem em condições muito piores do que a nossa, pelo que não estamos muito mal”.
Este é o argumento que várias pessoas usam para justificar que nos devemos resignar a aceitar a implementação de condições de vida piores, como por exemplo diminuir salários e outros rendimentos. E quando é usado por pessoas com alguma cultura social e politica, ainda é mais intrigante. Esta falácia é amplamente usada por aqueles que lhes interessa desviar recursos financeiros públicos ou privados para satisfazer as suas necessidades, prejudicando os restantes cidadãos, e que parece que tem uma eficácia brutal numa parte significativa da população. Usar a desgraça ou o mal-estar dos outros para encontrar conforto ou resignação para justificar a injustiça a que se é sujeito, é compactuar com o que está errado e permitir que a degradação sócio-económica se perpetue. Quando se aplica este argumento para justifcar a aceitação do congelamento da progressão na carreira como um mal menor, é incompreensível existir quem o aceite, sendo agravado em pessoas com formação (supostamente) superior.