Não Havendo Espaço Disponível em Papel…

… fica apenas online. Já agora e atendendo a uma crítica que me chegou ainda antes de saber da divulgação do texto, agradeço que leiam o que está escrito e não outra coisa, agradável ou não :-).

O envelhecimento docente

A proletarização e precarização foram processos associados ao envelhecimento, eventualmente interessantes para os economistas da Educação mas que nada demonstra serem benéficos para o trabalho em sala de aula.

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O mais importante é que, mesmo que eu aceite que os professores mais velhos têm maior experiência e saber acumulado, alguns dos maiores ganhos seriam ao nível do trabalho com os alunos, porque dificilmente um corpo profissional sucessivamente atacado pelo poder político, proletarizado na sua condição e desmotivado pelo desaparecimento de horizontes de progressão na carreira, poderá manter-se sem entrar em mais ou menos acelerada implosão perante aqueles que gostaria de servir nas melhores condições.

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Tem a sua Graça

Ler alguns dos mais acérrimos articulistas anti-sindicais e anti-serviços públicos, que deram todo o seu apoio e labor escrevinhador ao anterior governo na sua desmantelamento progressivo em largas zonas do país, a queixarem-se da actual falta de qualidade de alguns desses serviços e mesmo do desaparecimento em combate de alguns famosos sindicalistas façanhudos. Percebia se fosse eu a queixar-me (que fui contra o encerramento a monte de escolas, centros de saúde, tribunais, postos de correio, da polícia, etc), agora eles? Que credibilidade têm nessa matéria? Mesmo que se afirmem, em alguns casos notáveis, como “jornalistas”?

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Grupos de Nível

The Resurgence of Ability Grouping and Persistence of Tracking

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This study examines the use of ability grouping and tracking in America’s schools. Recent NAEP data reveal a resurgence of ability grouping in fourth grade and the persistent popularity of tracking in eighth-grade mathematics. These trends are surprising considering the vehement opposition of powerful organizations to both practices. Although the current study will not delve into the debate—it is interested in what schools are doing, not why or whether they should do it—discussion is offered at the end of the article on implications of the findings for the controversy surrounding the topic.

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