110% de Sucesso!

Acho que é possível. Aliás, tem de ser possível, atendendo a que com a actual evolução, os 100% está à esquina e depois não é possível estagnar, Veja-se o meu caso… nas duas turmas de 5º ano de Português que tenho já consegui, à primeira tentativa do ano, um sucesso total e uma qualidade de sucesso bastante assinalável. Como não posso regredir – só poderia ser culpa minha – só me resta desbravar e conquistar novos territórios. Os tais 110% de sucesso que julgo ser possível alcançar se também passar a classificar os alunos que fazem parte da turma inicial, mesmo se foram transferidos de turma ou de escola. Porque, é bom que se veja, não os classificar seria uma injustiça, porque não devem ser penalizados por uma deslocalização que os impede de revelar todo o seu potencial. E, a bem dizer, não criam problemas de comportamento e isso é sempre um ponto a favor ao nível das atitudes. Com a sorte de ter um par de alunos em cada turma (nada de entusiasmos… são turmas na casa dos 20 alunos, mas com a dose certa e legal de alunos com nee e presença total nas aulas ditas regulares), julgo que poderei alcançar um sucesso bem verdascado, digo, esgalhado. O problema será, óspois, para o ano. terei de começar a avaliar alunos só por me cruzar com eles, pelos corredores.

profpardal

“Escolas”?

Serão as “escolas” ou serão os próprios directores a não quererem deixar de o ser? Alguém fez alguma consulta aos mexilhõezecos? Ou não contamos mesmo para nadas? Claro que os que mandam não querem deixar de mandar, salvo raras e lúcidas excepções.

Compreendo este apego ao poder unipessoal por parte de quem o tem, mas nada de confundir menos de 1% dos que já são pouco professores com o resto. A sério, Filinto, evita esse caminho porque são muito poucos, fora de certos ambientes cortesãos, os que apoiam o modelo único do director-sol. Mesmo se sabem que têm as costas quentes da tutela que agora a hierarquia da obediência.

reisol