Contas

Em vez de me envolver numa discussão algo espúria, em que os números são meras cortinas de nevoeiro sobre a realidade, remeto-vos para uma análise ponderada dos números do orçamento da Educação. É interessante notar-se como se percebe de que forma se faz spin com o que se usa, ano a ano, para as comparações. O que repito é que o orçamento inicial para um ano (neste caso 2017) parte do orçamento realizado no ano anterior (o de 2016, ainda não encerrado). Por isso, o que se percebe é que a reversão passa algures, não por aqui. Bem podem verdasquetes ou nogueiritas clamar outra coisa, não estando fora de cogitação uma intervenção brilhante do secretário de Estado a explicar toda a dinâmica orçamental na ausência política e intelectual do ministro nestas matérias que lhe excitam pouco a atenção.

sinal

Sumiços

Ao início da tarde, o Expresso partilhava esta notícia:

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Chegando a casa, fui atrás da ligação e…

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No entanto, na TSF, a notícia mantém-se… sendo que é algo que não me espanta absolutamente nada, embora exista quem ande com o barrete até aos pés mais tempo do que muita gente em relação ao Crato. Não sei se é por causa das falinhas mansas e das muitas reuniões à mesa das negociações que não há vestais façanhudas a rasgar as roupas e a convocar lutas. Sendo que a mim, enquanto professor, pouco interessa se andam com o rabo das calças a roçar muitas pelas cadeiras do ministério, se o resultado conseguido é – como se vai constatando – abaixo de zero.

Pizza