Serviços Outrora Públicos

Os Correios. Privatizados. A qualidade do serviço a descer a pique. A distribuição, em algumas alturas, parece semanal ou, com sorte, bi-semanal. As contas chegam sem problemas, o resto logo se vê. A média é uma entrega errada em cada quatro. Há revistas que deixei de assinar, pois parece que nem chegavam a sair do centro de distribuição ou então havia um extravio selectivo. Os avisos para levantar pequenas encomendas com a indicação do “não atendeu” são mais do que muitos, quando nem sequer tocam à campaínha, pois os carteiros não têm condições de espaço nas motoretas para trazer as coisas e já trazem os avisos feitos, nem vale a pena confirmar se estamos mesmo em casa. Se isto é a modernização e a melhoria de qualidade dos serviços vou ali e já volto daqui por duas semanas. Mas sempre podemos comprar livros e revistas nas estações e parece que até fizeram um banco e tudo. Parece que é empreendedorismo e que os correios públicos é que eram maus. Se calhar ainda não eram do século XXI.

Peris

Serviços Públicos

Em algumas zonas, tornou-se mais habitual ver um par de agentes da autoridade a vigiar o decurso de uma qualquer mini-obra de uma empresa de telecomunicações do que a fazer um giro numa qualquer vizinhança mais problemática. Não sei se são coisas pagas à instituição, se ajuda à sua sustentabilidade financeira. Mas…

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O Tal Pântano

A compra das consciências continua, no caso de quem ainda a tem. Uma vergonha se for adiante a parte dos autarcas. A da caixa apenas continua a vergonha que tem sido a sua gestão de há muito tempo para cá. A geringonça ou tem alguma moralidade nisto ou torna-se eticamente equivalente ao resto.

E nem sei se é inocente por cima estar em enorme destaque o Rui Rio a preparar a sucessão ao Passos (e ao Costa?).

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Expresso, 29 de Outubro de 2016

Não me Espanta

Ver o idoso Sérgio Sousa Pinto a apresentar o novo livro com o nome de José Sócrates na capa, nem Maria de Belém, Fernando Gomes ou Valter Lemos na assistência. Houve muita farinha naquele saco. Admira-me é a ausência de uns quantos ingratos. E da sua ministra favorita.

farinha