Substituições

Ainda o século XX estava a uns tempos de fechar e o processo de substituir um professor era artesanal, mas linear e, por estranho que pareça, rápido, a menos que existisse falha causada por preguiça humana (aconteceu-me uma vez, ali por 1996, aconteceu… tinham rodado as clientelas d@ CAE com a transição para o guterrismo e ainda estavam a aprender a fazer). Conhecia-se a necessidade de uma substituição, ia-se à lista ordenada em papel do mini-concurso distrital respectivo e seguia carta para a pessoa e fazia-se telefonema para a escola a comunicar os dados que, se assim o entendesse, até poderia telefonar ao próximo na fila para saber em 48 horas se aceitava. Parece estranho, mas a coisa chegava a estar resolvida em uma semana. Claro que com excepções. O problema é que as excepções se tornaram agora a regra nos tempos da tecnologia que tudo acelera menos os procedimentos e é raro os miúdos estarem menos de 3 semanas sem professor@. O que em casos de atestado de um mês, nem sequer chega a compensar a aceitação. E o período de espera acaba por tornar-se quase definitivo. Mas parece que é mais eficaz do ponto de vista financeiro. Acredito. Mas só para os maníacos do excel, porque mais ninguém ganha com esta parvoíce e o fim da BCE ainda não pariu nova criança robusta.

whatchdog

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