Aprendam

Mesmo se eles vivem sempre.

O processo judicial avançado por 39 fundos estrangeiros que compraram acções do BES, no último aumento de capital, foi declarado extinto pelo Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, pelo facto de ter estado parado mais de seis meses, à espera da tradução de ofícios, a cargo do escritório CMS Rui Pena & Arnaut.

O gabinete de advogados contesta a contagem dos prazos feita pelo tribunal e garante que vai recorrer da decisão do juiz. Mas até decisão em contrário, o processo onde eram reclamados 106 milhões de euros fica parado.

Os visados da acção eram 31 administradores e directores de várias entidades, com destaque para altos responsáveis do BES, incluindo Ricardo Salgado, do Haitong Bank (antigo BESI), da KPMG, entre outros. Na base da acusação está a informação, considerada enganosa, que constava no prospecto do aumento de capital realizado em Junho de 2014, cerca de dois meses antes da medida de resolução do BES, a 3 de Agosto de 2014, que determinou perda total para os accionistas. O Banco de Portugal e a Comissão do Mercado de Valores Mobiliário (CMVM) não foram visados nesta acção.

F3.ChapeusHaMuitos

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