(Projectos)

Há de diversos tipos… o de finalidades com o seu aspecto vago é fácil de associar a coisas como o “Perfil” que é de tal maneira diáfano e bem intencionado que é difícil apresentar críticas sem parecer pré-neandertal, o autoritário, imposto de cima para baixo que dificilmente não nos faz lembrar a metodologia do costume, e o democrático que é aquele que mesmo a malta das esquerdas receia com medo do conservadorismo docente (como os republicanos que defendiam o feminismo desde que as mulheres não votassem). Este último nunca deve ser confundido com projecto debatido em circuito seguro com quem já se sabe que é crente ou propenso à crendice.

O misto é uma coisa que nem sempre se percebe bem o que é.

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Adalberto Dias de Carvalho, org. (1993), A Construção do Projecto de Escola. Porto: Porto Editora, pp. 17-21.

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