E o que é Essencial?

As afirmações de Oliveira Martins são óbvias (“Flexibilidade curricular não pode sacrificar o que é essencial, defende Oliveira Martins), o problema é a definição de “essencial”. Pelo que ontem foi disto em Setúbal, para o sucesso verdascado o essencial é poupar dinheiro que (deixa-me rir) dizem que será “devolvido às escolas” (mais ou menos dito assim). Para o secretário de Estado reformador, é acrescentar mais uns diplomas reformistas à longa lista que um recente relatório do CNE alinhavou com evidentes lacunas para o período rodriguista, desde logo o PAM e tanta outra parafernália legislativa (cf. RelatórioTécnico_PerfilAluno). E ainda há o que esteve para ser e não foi, mas pelo caminho implicou muito trabalho para quase nada (alguém se lembra da TLEBS, tão estimada pelo actual SE?).

Quando tanto se critica a visão estreita de Crato de um currículo esquelético, básico, o que poderemos dizer desta fixação com o “essencial”? Lá me estão outra vez a dar as comichezas

scratchingani

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