Começou

O período de promoção dos manuais. Olhando de fora, as coisas continuam muito parecidas (sou dos que acham que os nossos manuais são globalmente bons, mais esta ou aquela falha) e com toda a parafernália em redor a sublinhar a dimensão do “projecto”. O manual é um “projecto” (acaso não o era antes?), as propostas de trabalho são para “projectos”, o pacote pedagógico resulta do “projecto” e tudo é apresentado como “flexível”. Por saber o trabalho que dá a os autores fazer tudo isto e nem sempre ter a devida compensação, por respeito a muitos deles, é que não digo tudo o que penso acerca desta forma submissa (cínica? oportunista?) de fazer marketing por parte das editoras que vendem o peixe à medida da conversa da época. Não sei o que me desgosta mais… quem faz isto por conveniência comercial ou quem o faz na ingénua (?) convicção do paleio recauchutado de outrora.

E depois há ainda os que estão dos dois lados da fogueira das vaidades, porque a ética é apenas um “projecto”.

bla bla bla

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