A Aposta nas Expressões

Tem níveis, não é generalizada. Claro que não depende do ministro Tiago, mas mais de alguém como a secretária de Estado Rollo, curiosamente licenciada em História da Arte.

Art

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7 thoughts on “A Aposta nas Expressões

  1. Um bocadinho forçado, não?

    Há muitos anos que os governos não interferem nos planos de estudos, definidos pelas próprias universidades.

    Indo por esse caminho também se poderia questionar porque é que as novas scolavebizniss deixaram de ensinar história económica e social. Está bem que têm de ensinar as patranhas todas do neoliberalismo, mas mesmo assim…

    1. António, eu também acho “forçado” achar que as provas do 2º ano são o “topo” da semana, mas guardo isso para mim, porque compreendo a sedução exercida pela a geringonça que consegue que os teus olhos já vejam bem em quase tudo o que acontece.

      Quanto À aprovações de planos de estudos e eventuais alterações há sempre que descobrir como as coisas funcionam. Não é assim tão automático, porque deve passar pela A3ES.

      http://www.a3es.pt/pt/perguntas-frequentes

      http://www.a3es.pt/pt/acreditacao-e-auditoria/guioes-e-procedimentos/acreditacao-previa-de-novos-ciclos-de-estudos

      1. Por exemplo, o post sobre a necessidade de sermos tratados com dignidade durante toda a carreira ficou sem qualquer observação. Acredito que seja, então, por não ser “forçado”.

      2. As provas de aferição das expressões foram, goste-se ou não, uma pedrada no charco. Trouxeram à discussão o quase sempre ignorado e desprezado 1º ciclo. E isso foi positivo.

        Quanto à “geringonça” na área da educação, já elogiei algumas coisas, já fiz críticas fortes àquilo de que discordo.

        No resto mantenho o que disse, e que os teus links não desmentem: não é o governo que decide os planos curriculares das universidades.

  2. Mas as provas finais de 4º ano, goste-se ou não, não foram uma “pedrada no charco”?
    Pois…
    Depende da cor o uso desse argumento.
    Para mim, só serviram para justificar alterações que estavam pré-decididas.

    Estas provas serviram ainda para irem amesquinhar os colegas do 1º ciclo, mas provavelmente como não vais a nenhuma dessas escolas desde os afonsinos não sabes a opinião d@s colegas que por lá andam.

    Quanto ao resto, mantenho que a tutela tem mais do que poderes para intervir em muitas matérias, ordenando a fiscalização das situações (até do próprio cumprimento dos planos curriculares em casos individuais – veja-se o “caso Relvas”) e o faz, só que há quem se descarte quando não interessa.

    Em resumo, sentes-te muito confortável com o que há, já tinha percebido há uns tempos. A camisola não te desgosta, ainda bem. Ao menos alguém anda feliz.

    1. Não me sinto confortável e estou especialmente céptico em relação às flexi-coisas que andam a ser preparadas. Desconfio de uma reforma educativa que recupera, subreptícia, alguns bonzos do socratismo e do lurdes-rodriguismo. Não concordo com a promoção do sucesso através do abaixamento sistemático das fasquias. E podia continuar.

      Mas se já decidiste incluir-me no grupo dos apoiantes incondicionais da geringonça educativa, não vale a pena contrariar-te.

      O que acho é que há críticas pertinentes que vale a pena fazer e que és muito bom nisso. Espero que continues a fazê-lo, pois leio-te com todo o gosto. Mas há coisas que não fazem sentido, como essa da Fernanda Rollo, lá porque é de História da Arte, mandar meter, ou impedir que se retire, essa cadeira em determinado curso. Não está nas suas competências, e não podemos criticá-los ora porque metem o bedelho nas decisões das “agências” supostamente independentes, ora porque não o fazem. Eu acho que, regra geral, não o devem fazer. Penso é que as universidades deveriam ser mais responsabilizadas pelas decisões, boas ou más, que tomam.

      E, como frisei no primeiro comentário, este não é um problema específico da História da Arte, mas da menorização da História, em geral, nos currículos universitários. Com os objectivos, e as consequências, que ambos conhecemos.

      1. Ok… és imune à ironia. É uma “boca” a uma antiga colega de curso (ela na variante de HA), mas mesmo sem se saber isso, acho que dá para perceber que o post não é literal, mas pronto é assim… os tempos andam difíceis e toma-se tudo pelo discurso facial, até o dos governantes já nem merece análise crítica…

        Quanto à tua adesão à Situação, parece-me que ela é evidente, mesmo que com as reservas críticas em relação a alguns detalhes.

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