E Se…

… os resultados das provas de aferição do 2º ano não derem os resultados “esperados” numa determinada (e cobiçada) área? Parece que se as coisas não correrem muito mal em ternos desempenho a culpa é dos professores que treinaram os alunos para as provas porque lhes deram as “perguntas” antes (mas, afinal, quem decidiu “dar as perguntas” uns dias antes?). Se correrem mal é porque os professores não cumprem o programa.

Com “amigos” assim de que inimigos precisam os professores do 1º ciclo?

Eu discordei das provas no 2º ano e continuo a discordar, mas não era por causa dos eventuais resultados confirmarem (ou não) esta ou aquela tese.  Era por serem disparatadas e, mais do que isso, incoerentes com tudo o mais. Só faltaria agora que ainda as quisessem repetir para o ano nas mesmas áreas, caso a “fotografia” não corresponda às “impressões”. Mas podem sempre inserir assim umas ponderações pós-observação e isso resolve-se. E sempre podem justificar o aumento da carga horária na mesma.

arauto em desenho

O Aconselhamento aos Concelhos

Não se admirem que aumentem – porque já existem – uma espécie de “planos municipais de combate ao insucesso”. Não se admirem que apareçam – porque já lá estão – grupos de especialistas, de trabalho, de estudos, mesmo uma variante de empresas, a dar consultoria às autoridades municipais em que os nomes são os mesmos dos de grupos de especialistas, de trabalho, de estudos que estiveram – e estão – a aconselhar o ME nessas mesmas matérias. Não se assustem, não é ilegal. Apenas é… o bom e velho chico-espertismo nacional a ver se cata fundos.

dog_sim