7 thoughts on “Balanço da Greve

  1. Na minha escola, houve reuniões de avaliação do básico adiadas devido a esta greve.

    Ainda assim, por motivos relacionados com a irrelevância da mesma (e dos serviços mínimos serem, na prática, iguais a serviços máximos), entre outros, não concordei com esta greve e não a realizei.

    Farei greve com todo o gosto, quando os sindicatos se dignarem a reivindicar melhores condições de trabalho. Estar congelada é mau, mas estar congelada com cada vez mais alunos e N níveis diferentes para preparar, cada vez mais asfixiada em trabalho é deveras pior do que estar “só” congelada.
    E a reforma, no que a mim me toca, virá provavelmente por incapacidade. A continuar assim, o cérebro fritará bem antes graças ao simpático e exponencial aumento de trabalho (e eu que não vou para nova, que raios!).

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      1. Aqui na Internet és tão corajoso, Nelson. Gostava de te ver chamar-me ‘pária’ olhos nos olhos. A sério. Assim é que serias um homem e não na caixa de comentários, onde não passas de um puto mal educado.
        Mas como não tenho pachorra para estes ‘corajosos’ atrás do teclado, sempre te digo que a minha geração devolveu a Liberdade a este país para que tu possas fazer a greve, se assim o entenderes, e eu possa não a fazer, se assim preferir. Cada um de nós terá os seus motivos e os seus valores. E isso é bom.
        Em vez de ofenderes pessoas que são mais professores num dedo que tu no corpo todo, pensa antes isto: porque terá sido esta greve um fracasso? Terá sido por causa do Guinote ou antes por que tudo foi mal pensado e mal feito desde o início por dirigentes sindicais que de professor não têm nada? A quem atribuir as culpas desta palhaçada?

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      2. Acho bem que o controleiro faça a ligação para o blogue do Arlindo.
        Eu não me regozijo com o fracasso de um disparate que embaraça todos os professores e não apenas os vargas e chicos aposentados e os nogueiras e silvas de gabinete.

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  2. Não vi referidos: diminuição do horário de trabalho, limites de níveis diferentes a serem atribuídos, nem limite de número de alunos atribuídos a um mesmo professor.
    Acho inacreditável que não existam afinamentos baseado nestas variáveis.

    Do resumo que li, e de tudo o que já tinha lido, não é claro o que se pretende a respeito da “clarificação dos aspectos relacionados com a organização dos seus horários de trabalho” e eu não vou aderir a nenhuma greve que inclua este ponto, sem perceber ao certo o que se pretende fazer a este respeito – para mim, este é um assunto essencial e onde não quero estar às cegas.

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