Cativante

Não sei o que é mais giro, se o nosso ronaldo do ecofin a cativar-nos, se o PSD a lamentar a fraca qualidade dos serviços públicos que queriam dizimar.

Cambada.

wink

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Interessante

Mesmo se os meus alunos sabem que sou muito menos formal na busca da confiança por parte dos alunos e de um espaço seguro para todos. O que não significa que ache que estas abordagens não mereçam alguma atenção por parte de colegas com outra abordagem destas questões.

Morning Meetings: Creating a Safe Space for Learning

At Symonds Elementary, teachers use morning meetings to develop valuable social-emotional skills, create a culture of respect and trust, and prepare students to learn.

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Se Isto Fosse Para Levar a Sério…

… juntamente com as provas de aferição do 5º ano (por exemplo), deveriam chegar os resultados ou perfis de desempenho dos alunos e turmas (os REPA, em particular) para que, ao constituírem-se as turmas para 2017-18, pudessem ter-se em consideração as competências ou domínios a necessitar de maior intervenção quando isso justificasse acertos na definição dos grupos-turma. Ou mesmo na própria distribuição de serviço aos professores, pois cada muitos docentes têm áreas que têm uma maior apetência por leccionar ou dificuldades que gostam mais de superar com os alunos. E isso seria importante, nomeadamente, na área da Matemática e Ciências, na qual houve prova este ano.

Mas não. Parece que apesar de toda a informatização que gera aqueles códigos giros, só lá para daqui a uns tempos é que as coisas chegam, perdendo-se tempo precioso se é que querem mesmo que aquilo sirva para algo.

lampadinha21

Os 25% da Autonomia

São, em termos semanais, mais de 300 minutos no 2º ciclo (e 375 no 3º). Podem retirar-se em todas as áreas para criar disciplinas novas?

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Já agora, porque apenas Educação Física tem uma carga semanal autónoma de qualquer grupo de disciplinas? Mas, apesar disso, podemos ir lá e tirar 50 minutos para – por exemplo – uma nova disciplina de História do Corpo e da Saúde, com mais 50 minutos de Línguas e Estudos Sociais e 50 de Matemática e Ciências? Ou é território vedado?

Já agora – mais uma vez – porque há cargas horárias que se notam serem calculadas numa base de 50 minutos (Matemática e Ciências), enquanto outras não se percebe (Línguas e Estudos Sociais, Educação Artística e Tecnológica) e a Moral é na base dos 45?

Algum critério especial ou é na base da “autonomia curricular” criativa do legislador e a malta que se desenrasque?

Já sei que isto vai ser aplaudido como um enorme avanço, fruto de uma visão nova da Educação, mas a mim parece a matriz do costume, com uns “alinhamentos” quase todos na mesma direcção e “autonomia” para fazer umas coisas giras, desde que se assegure o sucesso (com ou sem instruções directas da tutela e dos seus acompanhantes)…

Já agora – é a terceira vez, eu sei – sou só eu a reparar que entre os “consultores” do projecto estão pessoas ligadas à consultoria em alguns municípios no âmbito da municipalização?

É naquela base das “sinergias”?