Ora Bem!

Salários dos professores – Queixa de Jorge Costa ao Parlamento Europeu

(…)

Considerando esta autêntica fraude, decidi avançar com uma nova queixa junto do Parlamento Europeu, exigindo que o governo português altere esta situação a partir do da 1 de janeiro de 2018, reposicionando cada professor no respetivo escalão de acordo com o plasmado no ECD, ou seja respeitando os anos de serviço docente, claro que salvaguardando o tempo de congelamento da carreira para a generalidade dos professores dos quadros, de forma que docentes com igual tempo de serviço não sejam ultrapassados em termos de vencimento.

Vou só exigir justiça para estes colegas que tanto passaram na vida para chegarem até aqui!

Ou o governo corrige esta situação rapidamente ou ficará sujeito a pesadas sanções do Tribunal Europeu, porque, pela correspondência trocada até ao momento entre mim e a Comissão de Petições (CP), é muito claro que as autoridades europeias já perderam toda paciência com o Estado Português, que em todo este processo tentou por várias vezes traçar um quadro pintado com inverdades. Em vários momentos a Comissão de Petições, por achar estranhas essas respostas me pediu contrarrespostas, apercebendo-se assim da farsa do ME de Portugal.

Jorge Costa começou este processo em 2009… é fazer as contas e ver quem foi que governou desde então. Por estranho que pareça (ou não), ao longo destes anos já tivemos governos com participação ou apoio de TODOS os partidos com assento parlamentar. O próximo orçamento será o terceiro com o apoio da geringonça. Veremos se ficarão pelas promessas de desbloqueio, pela conversa fiada, pelas pós-verdades ou pela mera continuidade das coisas extraordinárias criadas pelo Crato de que tanto gostam de dizer mal, mas de quem não descolam no essencial (tirando o “exame da 4ª classe”, claro!).

Eyes

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4 thoughts on “Ora Bem!

  1. Talvez não fosse má ideia começar a inundar as instâncias europeias com esta questão!
    Por cá, estranhamente, a farsa de que fala o Jorge Costa tem os mais fiéis seguidores entre um grupo curioso de professores: Os professores eucalipto. Em seis ou sete anos estão prontos para serem comidos. Os geringonços agradecem.
    Quanto às instâncias nacionais, tenho uma fezada no Hugo Soares…

  2. e por falar em não descolar do essencial, numa estimativa grosseira, constatei que por todo o país aumentou o nº de turmas com mais de 28 alunos porque a DGE não autoriza criar mais turmas com menos alunos; isto implica menos turmas e logo menos horários para os profs e pior qualidade pedagógica para os alunos. Ou sejam, ‘horários zero’ em crescendo na malta cinquentona supostamente com contrato estável (QE/QA), que se confrontam agora em começar de novo noutro agrupamento (muitas vezes a dezenas de kms de distância da residência).
    Portanto, as reversões mais impactantes vão ficar por fazer, como por exemplo, a redução do nº de alunos por turma (e além desta, as outras como a redução da componente letiva nos moldes anteriores ou maior nº de horas de crédito horário para apoios educativos).
    Então, onde está o ‘descolanço’ em relação aos que lá estavam antes?

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