Concurso Interno Antecipado

Muita, muita pressa em querer apresentar um documento para fingir que se resolvem os problemas do concurso de Mobilidade Interna deste ano. Já há “ante-projecto” em alegre comunhão com as coisas do ensino artístico especializado. Fica aqui (PropostaAnteProjetoDLConcAntecipado), destacando o capítulo III em que se percebe que as coisas vão ser assim:

  • Quem, dos quadros (qe/qa/qzp) quiser concorrer, pode.
  • Quem não quiser e tiver horário, não é obrigado a concorrer.

Logo…

Aquelas vagas que já estão ocupadas com base nos desmandos da dgae poderão assim manter-se, pelo que a principal queixa dos professores “lesados” não tem, em meu entendimento, qualquer tipo de resposta satisfatória. As “ultrapassagens” ficarão “consolidadas” plurianualmente.

ultrapassagem-carro-guinchado

 

8 thoughts on “Concurso Interno Antecipado

  1. Lógico que será a consolidação da “asneirada”.
    Mentiras, roubos, não progressões…
    Se estes tipos “trabalhassem” (e digo o verbo trabalhar entre aspas””) tinham que prestar contas, mas parece-me que assim se torna mais complicado a coisa.
    De uma certeza tenho, é que o número de funcionários do MEC é insuficiente, tanto na parte mais visível – professores, funcionários, etc … mas também nas DRECS DGAES DGESTES etc …
    Temos mordomias a mais, como por exemplo motoristas, assistentes pessoais, e trabalhadores a menos.

  2. A não ser que se utilize o argumento do ME de que são 2 concursos.. É que se MI se refere apenas a colocados a 25/08, todos os que foram colocados após têm de forçosamente de concorrer, certo? O entendimento é completamente diferente..

    1. “2 – São candidatos à mobilidade interna os docentes de carreira opositores ao concurso interno, bem como aqueles que não pretendam manter a plurianualidade da colocação obtida no último concurso de mobilidade interna.

      3 – Para os docentes que não forem candidatos ao abrigo dos números anteriores, mantém-se a plurianualidade da colocação obtida no último concurso de mobilidade interna, afastando-se, assim, o disposto no n.º 3 do artigo 6.º e n.º 4 do artigo 28.º do Decreto-lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação atual.”

      Mesmo que não fosse como está a cima, a MI não se define (unicamente) pelo momento de colocação, mas (em especial) pelo momento em que se concorre (ou seja, pelo momento de candidatura). A RR é uma “reserva”… para quem não está colocado.

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