Pronto, Pronto, Amiguinhos, Mais Vale Tarde

Parece que o SE Costa fez uma publicação no FBook no dia 1 de Dezembro em que se refere ao ataque em decurso aos professores, por ocasião de um acontecimento relacionado com um seu antigo professor. Ou melhor… na altura a coisa até já tinha esmorecido bastante, pois começara em meados de Novembro. O Alexandre, como seria de esperar, ficou entusiasmado com esta declaração e parece reclamar para si uma “acusação” ao Ministério da Educação (pessoa? organismo?) sobre o assunto. E culpa a RTP por não ter reportado a coisa. Vá lá que parece perceber que não é com posts em redes sociais que um governante deve tratar estas coisas (a menos que se considere como boa a forma trumpista de comunicar e mesmo o original faz as coisas no momento e não 15 dias depois).

Isto seria para rir, se tanto revolteio flexível e autónoma louvaminhice já não cansassem.

Acacio

(se eu poderia evitar este tipo de “picardias”? poder, podia, mas não seria a mesma coisa e os bois e os boys devem ser nomeados sempre que se colocam em stilletos… e a tentarem chegar-se à frente quando chegaram atrasado à fila)

4 opiniões sobre “Pronto, Pronto, Amiguinhos, Mais Vale Tarde

    1. Continuam as visitas à Escola da Ponte.
      De 180 alunos, terá passado para 230.
      O mote é um pouco como o mote do Googleplex “Don’t be evil”. Isto digo eu, tentando arranjar algumas semelhanças.

      Na semana passada levei com uma sessão sobre a Escola da Ponte. Resumindo:

      Não há aulas expositivas, não há turmas, não há testes marcados, há Cidadania, Entreajuda, Solidariedade e Partilha, há muitas fichas e grelhas de registo, não há professores, ou seja, chamam-se orientadores, não se pode tirar fotos à escola, há assembleias de escola onde os alunos dizem da sua justiça, o que querem e o que está mal, é uma escola dos Afectos e lá mais para perto do 9º ano há “sessões”(?) para se “perceber o exame” nacional do 9º. As médias nos exames não se diferenciam em nada das médias nacionais.

      De repente, solta-se-me a voz, embargada com tantos afectos e muitos porquê é que o modelo não é generalizado, e saem-me as primeiras dúvidas- como comparar a experiência de um universo de 230 alunos com um universo de 1600 ou mais alunos? Como é possível descontextualizar-se a realidade e passar-se por cima de universos físico-espaciais e humanos tão díspares? Como conciliar tudo isto com as várias políticas educativas que se foram sobrepondo em camadas, sem as anteriores terem sido revistas/eliminadas?

      Confesso que não entendo.

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  1. Têm mais de 50 anos mas volta sim, volta não , voltam.

    Descontextualizadas da realidade, em todos os aspectos.

    Perguntava-se, na sessão, porque é que esta pedagogia tão semelhante (diziam alguns dos participantes) ao que se passa no pré-escolar e mesmo no 1º ciclo não é seguida, por exemplo, no 2º ciclo, onde tudo regride.

    Novamente, solta-se-me a dúvida – Calhando, o problema a equacionar é a concentração forçada (por várias razões que conhecemos) de tanto aluno/nível em mega agrupamentos, onde quem ltrabalha dá o seu melhor para “diferenciar, flexibilizar e dar afectos”.
    Apesar de tudo.

    E tantos professores auto-flagelam-se e auto-culpabilizam-se.

    Porém, os resultados aqui postados referem que os alunos portugueses são dos que mais sentem esta “pertença à escola”. Num honroso 5º lugar.

    Já para não falar em questões mais sérias – quem lucra com uma escola onde os alunos aprendem o que querem e como querem? Será isto a que se chama Liberdade?

    Confesso que continuo a não entender.

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