26 thoughts on “Desgraça… Estou A Ter Uma Recaída…

  1. Tu és danado para a brincadeira.

    Talvez, digo eu, fosse melhor postares o que vem logo no início do capítulo sobre a malfadada:

    “Educação Física”

    “Embora em Portugal os tempos de Educação Física estejam definidos para o ISCED 3, o estudo comparativo deste nível de ensino É MUITO LIMITADO, já que, nos documentos da Eurydice, os tempos letivos só são fornecidos para a escolaridade obrigatória que não inclui, EM GRANDE PARTE DOS PAÍSES, o ISCED 3.

    Assim, a comparação para este nível de ensino incide apenas naqueles países cujos dados são fornecidos na Eurydice (2013a). Além dos dados dos 5.º e 6.º anos (Gráficos 25 e 26) e do ISCED 2 (Gráficos 27 e 28), apresentamos, então, também os do ISCED 3 (Gráficos 29 e 30) COM AS LIMITAÇÕES APONTADAS.”

    Apenas por uma questão de rigor científico, mais nada.

    Já agora: leste o resto ou ficaste apenas pela desgraçada? É que há muitas mais coisas interessantes ali para apresentar. E, nesses casos, sem limitações apresentadas.

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    1. Por dever de ofício, li todo o estudo.
      Acredito que a conversa seja interessante. Preferi ir aos factos.
      Queres uma aposta? Os países em falta têm quase todos menos carga horária de EF.

      O “rigor científico” está na indicação da fonte e na remissão para quem queira ler todo o estudo. Que indica as “limitações”. Já um dirigente associativo de EF apresentou opiniões baseadas em conversas com “entendidos” 🙂 . É cá um rigor…

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  2. Há mais factos interessantes (e sem relevantes limitações no estudo):

    “Em relação à Educação Física, nos 5.º e 6.º anos e em 28 países/vias, Portugal tem, à sua frente, 11 países/vias com mais tempo total dedicado à Educação Física e, atrás de si, 16 com menos. Quanto à percentagem que esta área ocupa no conjunto das outras, no nosso país ela é inferior à de outros 15, superior à de nove e igual à de um outro.”

    Ou seja, nos 5º e 6º anos, e sem limitações, andamos ali pelo meio da tabela. Mas em relação às outras disciplinas é que a coisa se torna ainda mais interessante.

    De qualquer forma, está já no forno o que efectivamente interessa: os “privilégios” da EF em relação às outras disciplinas aqui da nossa terrinha.

    Depois envio-te.

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    1. Não sabia que andávamos a discutir o 5º e 6º ano. 🙂 Também conta para a média de acesso à Universidade?

      Aqui o badocha fica na expectativa 🙂

      Não te esqueças de “desmontar” aquilo dos 1000 horários para coordenar o DE e os Clubes.

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  3. Eu pensava que andávamos a discutir o enooorme privilégio de uma disciplina que está presente do 1º ao 12º ano, mas já vi que é melhor descontar os 5º e 6º… 😉

    Ah, e não demora nada, vais optar por apagar do tal privilégio os quatro anos do 1º ciclo, vais ver. No final, prevejo, vamos estar aqui a falar de apenas 3 dos tais 12 anos… mas tudo bem.

    Dá uma olhadela no link abaixo, uma vez que agora o que interessa é comparar o que se passa pela Europa (ao invés de analisar os números de cá de casa):

    http://www.dgeec.mec.pt/np4/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=192&fileName=3_Educacao_fisica.pdf (pgs 26, 27 e 28)

    Vais verificar que, ao longo dos 12 anos, EF tem uma regalia verdadeiramente gigante: a de andar pelo meio da tabela na Europa. Fantástico, mesmo.

    Sobre o privilégio dos 1000 horários para “coordenar”: sinto desapontar-te mais uma vez, mas são horas lectivas, para trabalhar com os alunos, e não de coordenação.

    A não ser que componente lectiva seja uma nova regalia 🙂 … e aí estamos conversados.

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    1. Podes sempre usar a técnica do ME/PS nestas coisas: negar, negar, até depois admitir que, afinal, não é como dizes.
      Começaste por negar a inexistência das horas… agora já dizes que são lectivas (não é verdade… é dispensa de actividades lectivas para outro tipo de actividades… que não existem em mais nenhuma disciplina).
      Com jeitinho… irás olhar para certos horários e perceberes que o trabalho com turmas não está lá e que com a desculpa de uns fins de semana por ano em actividades há quem mal dê aulas.

      Mas podes sempre negar… e como agora já deslocaste a discussão do Secundário para o 1º ciclo, ainda acabas a discutir a EF na barriga das mamãs.

      Lembra-te de uma coisa, Maurício… eu não discutiria contigo a técnica de voleibol de praia. Logo… não entres por um território em que não adianta “spinares”… o óbvio é evidente.

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      1. Paulo, duas ou três coisas e fico-me por aqui.

        Entrei neste debate porque li afirmares que a disciplina de EF já tinha muitas regalias (ou privilégios) e enumeraste os seguintes:

        – Única do 1º ao 12º ano – e respondi que isso é falso, porque é, por mais voltas que dês ao bilhar. Quem deslocou a discussão do secundário foste tu, ao afirmar que EF tem o enorme privilégio de ser dada desde o 1º ano, por isso não desvirtues a coisa.

        – Que possuía muitas horas de “coordenação” – e respondi que é falso: não são horas de coordenação, são horas lectivas (que entram na componente lectiva do professor, para estar com alunos, e não andar a coordenar seja o que for). Eu nunca neguei a existência das horas: disse-te que “não sei ao que te referes quando dizes horas para coordenação”. Dês as voltas que quiseres, essas horas que indicas não são horas para coordenação e isso foi um equívoco teu.

        E, repito para que não andes a dizer que dominas um território que domino eu, já há mais de duas décadas (pertenço a equipa de horários da escola desde 1997), o crédito de horas que cada escola recebe para o desporto escolar é para os grupos equipas que, friso, podem ter como responsáveis professores de QUALQUER área disciplinar.

        Entendeste? Qualquer professor, de qualquer disciplina, pode dar aulas de Desporto Escolar, ou seja, a tal regalia de uns pretensos privilegiados é, afinal, para todos.

        Como disse no início, fico-me por aqui.

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  4. Quando li a graça da ” promessa (quase) solene” pensei para comigo: que seja uma promessa tão irrevogável como a decisão de demissão do outro… (com a salvaguarda que naquele caso, não se perderia nadinha que o irrevogável assim tivesse continuado)…
    …pensei depois… talvez seja apenas um congelamento e como estará farto de estar congelado, descongelará depressa…

    Felizmente que foi, apenas, um simples “inconseguimento”!
    🙂 🙂

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  5. “Sobre o privilégio dos 1000 horários para “coordenar”: sinto desapontar-te mais uma vez, mas são horas lectivas, para trabalhar com os alunos, e não de coordenação.”
    Com os alunos magrinhos… e eles, os alunos magrinhos, são cada vez menos e as horas para os “clubes/núcleos” cada vez mais e gastas, em alguns casos, no ginásio ou no clube exterior à escola do prof. responsável pelo clube.

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  6. Maurício,

    1) A EF é a única disciplina com espaço curricular do 1º ao 12ç ano e isso é indesmentível, por muito que queiras dizer que não.
    Olha no 1º ciclo: http://www.dge.mec.pt/matriz-curricular-do-1o-ciclo
    Se tu dizes que ainda não é leccionada em exclusivo por professores de EF? Pois… essa é a luta desde a definição das provas de aferição do 2º ano… demonstrar que os professores titulares de turma não estão em condições de a leccionar.

    2) As horas de coordenação são efectivamente de coordenação. Não são horas para trabalhar com turmas, avaliação, etc. São horas para desenvolver actividades que em outras áreas são da componente não lectiva. Podes dar as voltas que quiseres ao assunto. Não é nada de novo. Aqui estão descritas as competências da coordenação:

    Click to access msc_pcfnguerra.pdf


    Nomeadamente:
    “1) Incentivar o desenvolvimento de um quadro de actividades recreativas e formativas que estimule os alunos a aderirem de uma forma voluntária e de acordo com as orientações dos Departamentos envolvidos no Projecto (Educação Física e/ou outros) e dos Órgãos de Direcção, Gestão e Orientação Pedagógica da escola;
    2) Fomentar a participação dos alunos na gestão do Núcleo de Desporto Escolar, intervindo no desenvolvimento, organização e avaliação das respectivas actividades; 3) Coordenar a organização do corta-mato interno, torneios inter-turmas, interescolas, em articulação com os Professores de Educação Física e Professores Responsáveis das actividades do Núcleo de Desporto Escolar, bem como coordenar a organização decursos de juízes, árbitros e cronometristas ou outra formação prevista no
    Plano de Actividade Interna;
    4) Promover a realização de actividades que assumam características interdisciplinares tais como, seminários e conferências, visitas de estudo, programas de ocupação de tempos livres nos períodos de interrupção lectiva, incluindo actividades físicas e convívios desportivos entre escolas;
    5) Promover reuniões periódicas com os professores responsáveis pelas actividades do Núcleo de Desporto Escolar (interna e externa), no mínimo, uma em cada período lectivo;
    6) Elaborar, cumprir e fazer cumprir o Projecto do Desporto Escolar, bem como
    apresentar os seguintes relatórios:”

    De acordo com a legislação mais recente:
    “4 – A distribuição do crédito horário pelos docentes dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas para as atividades do desporto escolar é realizada nos termos a seguir definidos e decorre da aprovação da candidatura prevista no n.º 11 do presente despacho:

    a) Professor responsável por grupo-equipa de Nível II – até 3 tempos letivos;

    b) Professor responsável por grupo-equipa de Nível III – até 2 tempos letivos, acumuláveis com os tempos letivos atribuídos na alínea anterior;

    c) Exercício de funções nos Centros de Formação Desportiva – até 12 tempos letivos, acumuláveis com os tempos letivos atribuídos na alínea a).

    5 – Com o intuito de premiar o mérito das escolas, no ano letivo de 2017/18, 1000 horas do crédito horário global máximo referido no n.º 1, serão distribuídas pelas escolas que se candidatem ao «DE+», de acordo com o regulamento disponível na página eletrónica da Direção-Geral da Educação.”

    https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/107963568/details/2/maximized?serie=II&parte_filter=31&day=2017-08-08&date=2017-08-01&dreId=107963525

    Lamento se desconheces a legislação em vigor.

    3) Indica-me dois casos – ou um – de responsáveis por clubes de desporto que sejam de outra área disciplinar. A possibilidade em abstracto tem concretização efectiva?

    4) Quando te disse para não entrares por um “território” que domino, não falava na elaboração de horários. Claramente não percebeste que me referia à desmontagem de “spin”. A verdade é que a EF tem reforçado a sua posição no currículo em tempo de vacas magras para toda a gente que não tem disciplinas “saudáveis”. História, Geografia ou Ciências podem passar a semestres. A Educação Visual ou a Educação Musical podem ser pulverizadas, mas se alguém contrariar a expansão da EF é ofendido a vários níveis e associado a maleitas civilizacionais imensas.

    Maurício, sabes a estima pessoal que tenho por ti e compreendo que estás a defender a tua “dama”, mas, por favor, não tentes dizer que uma banana é uma melancia, porque não é. As intervenções públicas de alguns dos teus colegas têm sido de uma enorme pobreza e frequentemente contraditórias, por muito que citem estudos internacionais.

    Nunca me leste a defender o reforço das horas da História no currículo, apenas a defender que não perca mais. Curiosamente, tenho defendido o aumento do peso de disciplinas que não lecciono (Filosofia, Educação Visual etc), porque acho que essa seria a atitude certa. Mas sei que nem toda a gente tem esse instinto de não pertença acrítica a tribos.

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  7. Paulo,

    – EF NÃO é a única. Ou o Português não conta? E sim, no 1º ciclo não são, muitas vezes, professores de EF a leccionar a mesma, logo, não podes assumir como uma regalia de um grupo disciplinar algo que dizes que acontece em 12 anos de escolaridade e que NÃO acontece.

    – Paulo, estás – repito e acredita no que te digo – a confundir as competências do COORDENADOR Técnico do Clube de Desporto Escolar – cujas horas de trabalho para o efeito da Coordenação até NEM SÃO da componente letiva -, e as horas que referencias, que são, na sua esmagadora maioria, para os responsáveis pelos Grupos Equipas.

    Lê isto (Regulamento do Programa do Desporto Escolar) e vai à página 17, artigo 25, pois está lá tudo explicado:

    Click to access regulamento_programa_desporto_escolar_1718_-_versao_final__0.pdf

    O que transcreveste acima (o próprio título do trabalho já deixa claro: “O Papel de COORDENADOR do Desporto Escolar na coesão da equipa pertencente ao Clube de Desporto Escolar/Educação Física) são as competências do Professor COORDENADOR, e não dos Professores Responsáveis pelos grupos/equipas e que gastam, na esmagadora maioria, essas horas de crédito que referes.

    Compreendo que isto possa te parecer confuso, mas, “pelamordedeus”, não queiras ensinar o pai-nosso ao vigário.

    Lê ainda isto:

    Click to access despacho_6827-2017.pdf

    “Assim, ao abrigo do disposto dos artigos 5.º e 6.º do Decreto -Lei
    n.º 95/91, de 26 de fevereiro, na sua atual redação, determina -se o
    seguinte:

    6 — O funcionamento dos grupos/equipa nas atividades do desporto
    escolar obedece às regras seguintes:

    a) Os tempos atribuídos ao responsável pelo grupo -equipa, destinam-se, na sua totalidade, para treino efetivo e terão de ser marcadas no horário do professor. A atividade dos grupos/equipa tem caráter obrigatório, pelo que a assiduidade de professores e alunos é sistematicamente objeto de registo e controlo pelo diretor do agrupamento de escolas ou de escola não agrupada;

    b) Na organização dos horários do agrupamento de escolas ou escola não agrupada considera -se que «tempo letivo», no âmbito do Programa de Desporto Escolar, corresponde ao definido no Despacho Normativo n.º 4 -A/2016, de 16 de junho;

    ………………………………………………………………………………………………………………

    Paulo, uma banana é sempre uma banana. Por mais que ela se pareça com uma melancia.

    Por isso, peço-te, lê e informa-te melhor sobre estas matérias, pois há anos que sei disto de cor e salteado.

    E, já sabes, a estima e consideração por ti sempre foram e continuarão intactas, até porque é sempre um prazer poder debater contigo e, assim, poder fugir da monotonia de estarmos (quase) sempre em concordância.

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    1. Maurício,

      Acredita que não quero entrar em detalhes específicos sobre a “operacionalização” do que descreveste como sendo um sistema “neutro”.

      Não vou continuar por aí, não por recear incorrer em erro factual, mas exactamente porque não considero útil que certo tipo de conversas sejam demasiado públicas.

      Apenas mantenho que as actividades equivalentes com alunos em outros grupos disciplinares são retiradas à componente lectiva e ao 79,

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  8. Paulo,

    Seria interessante debater sobre o crédito para a actividade pedagógica – o chamado IMPSE, que todas as escolas têm -, e a sua “divisão” pelos grupos disciplinares, pois teríamos assunto para umas boas duas semanas.

    E aí é que veríamos as verdadeiras regalias que existem por aí.

    Abraço.

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    1. Podes sempre dizer o que conheces sobre isso e qual o peso que tem.
      Como saberás, eu não tenho acesso a esse tipo de informação, não faço horários, nem nunca estive em qualquer orgão com funções de decisão nessa matéria.
      Mas, pelo que conheço, esses “jogos” são “locais”, não são globais e dirigidos especificamente a uma dada actividade.

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    1. Se é verdade ou mentira, não faço a menor ideia. Os meus atributos mediúnicos ainda estão muito pouco desenvolvidos.

      Não me parece é possível.

      Apresente os casos, especificando que turmas e cargas lectivas têm, eventuais cargos (DT, apoio tutorial específico, cargos de gestão) que possam reduzir à componente lectiva, e terei todo gosto em responder.

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      1. Maurício, já te disse que não quero entrar em detalhes.
        Se o fizesse teria de demonstrar que, em muitas, muitas escolas, professores com a minha idade têm metade das minhas horas efectivamente lectivas, devido a uma acumulação de circunstâncias. E olha que eu eu dt, delegado de disciplina e presidente do CG. Mas tenho 20 horas em sala de aula com alunos.
        Não entres por aí. Não estou contra colegas que defendem os seus direitos. Apenas acho que – quiçá – pudessem, por exemplo, reclamar acerca das péssimas condições em que alguns menos afortunados – como no meu agrupamento – são obrigados a trabalhar com os alunos. Em 14 dos últimos 15 anos estive em escolas sem pavilhão ou com ele em péssimas condições.
        Que bela causa para as associações de professores de EF virem a público e “lutar”.

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  9. Para além das 3 turma. 90 minutos de ef: o prof. chega 15 minutos depois do toque (os alunos têm de se equipar); o prof. sai 30 minutos antes do toque (os alunos têm de tomar banho)…

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    1. Aqui no quintal do je, entra-se à mesma hora que todas os outros colegas e os alunos vão para o banho 10-15 minutos antes do toque.

      Se na pocilga do obeso_45 as coisas são assim, imagino que seja uma chafurdice geral.

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  10. Paulo,

    Respondi ao João Simplício, que me pediu para dizer algo que não consigo eu e nem tu (penso eu…) imaginar, pois não trabalhamos na mesma escola. O que possa afirmar, relativamente à questão colocada, é que salvo raríssimas excepções, um docente apenas pode ter 6 horas lectivas de acumulação (2 grupos/equipas), daí que para as 16 restantes – e caso não existam reduções por outros cargos ou por 79º – serão sempre necessárias, pelo menos, 4 turmas (4×4 horas=16).

    (Ah, já agora e porque me esqueci de te dizer antes: aqui na minha escola, e até há relativamente pouco tempo atrás, tivemos durante vários anos um professor de Português a dar Desporto Escolar. E conheci outro, penso que de Braga, que também não é de Educação Física (era de Biologia).)

    O que dizes é efectivamente verdade, não tenho a menor dúvida: professores com a tua idade a ter metade das tuas horas lectivas, existem aos potes. Espero é que não penses são apenas da área de EF, pois como já te disse, sobre o crédito para a actividade pedagógica haveria mesmo muuuito a dizer.

    Quanto às causas que evocas, volto a dizer: há muita confusão e desconhecimento sobre estas matérias. Há décadas que o que propões é reivindicado. E muitas, muitas outras coisas mais. Mas não deixo de reparar que esse tipo de registo se assemelha ao de certos comentadores que, aquando das manifestações/greves dos professores, criticam sempre os motivos evocados para as mesmas, dizendo que o que deveríamos fazer era estar a reivindicar melhores condições para as escolas e para os nossos alunos.

    Olha, eu por mim dou mesmo por encerrado o debate sobre este tema. Quando quiseres, marcamos novo jantar para conversar sobre estas coisas. Até porque, como sabes, nunca fui um acérrimo defensor de que EF contasse para a média, apenas discordo do facto de, no actual contexto, ser a única que não conte.

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