Acho Que Concordo Principalmente Com A Conclusão

Porque o resto do texto nem sempre é bem aquilo que parece. Ou então sou eu que já leio entrelinhas nas linhas que fazem curvas.

Creio que poderemos concluir que muitos professores merecem o nosso reconhecimento e valorização e é por eles e com eles que o sistema educativo tem vindo a melhorar a sua performance. Façamos-lhes justiça: quando quiser atingir alguns (professores), afine a mira e atire em cheio. Se não souber fazer, não atire. As generalizações podem matar o entusiasmo dos professores que (ainda) o têm. Sem eles o sistema educativo definha.

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7 thoughts on “Acho Que Concordo Principalmente Com A Conclusão

  1. Tal como o Paulo, leio muitas coisas nas linhas das entrelinhas principalmente na seguinte passagem: “Entre os professores há os entusiasmados que dão corpo às mudanças, há os resistentes à mudança que insistem em fazer como entendem adequado e esperam pela nova mudança para justificar a permanência, há os que usam as possibilidades do sistema para melhor se servirem dele”…a PAF sem a mencionar….

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  2. mas também vejo isto e não deixo de lhe dar razão… “o ferrete da dúvida não traz grandes males aos professores desinteressados e incompetentes – a maioria destes professores é intrinsecamente imune a estas afrontas e escuda-se nelas para justificar o seu desinteresse e má conduta profissional.”

    ou seja é um texto que serve para a coisa e para o seu contrário…

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  3. A “geringonça” e os professores
    A “geringonça” lá vem (des)governando (mal e atabalhoadamente — veja-se o caso dos funcionários públicos
    que receberam, em Janeiro, um vencimento menor do que aquele que foi processado em Dezembro
    do ano passado). Ou veja-se o caso da continuada corrupção, nepotismo e amoralismo que grassam no país, a vários níveis, neste singular regime que é mais partidocrático do que democrático. Isto para não ter de referir o caos instalado em muitas urgências dos hospitais, o contínuo desmantelamento de empresas ou o aumento subreptício dos impostos por via directa, indirecta e outras formas subtis de esmifrar o contribuinte.
    No caso dos docentes, o estatuto social e profi ssional não pára de degradar-se, há muito, com a promessa fraudulenta, agora, da parte do Governo, do reposicionamento nas carreiras e da recuperação do tempo de serviço congelado.
    Que reposicionamento? Que recuperação do tempo de serviço congelado? Qual progressão?
    Aumento insignifi cante de uns míseros euros, esbatimento na diferença dos escalões e a não recuperação do tempo de
    serviço congelado (verdadeiro esbulho que prejudicará imenso as professoras e os professores) é o que irá acontecer com o prenúncio de que, efectivamente, os professores irão fi car pior do que estavam em termos profissionais e remuneratórios.
    Concluindo: na generalidade a vida não está melhor, não está fácil e o que interessará, em particular, a esta mixórdia
    governamental é não dignifi car a classe docente dos professores. O que lhe interessa é que os actores políticos, os deputados, estejam bem remunerados, com ajudas de custo, benesses e alvíssaras várias que lhes permitam governar a vidinha.
    E, de permeio, a “geringonça” vai endrominando e aperreando o “zé povo”, que também se encontra espalhado, em boas doses, pelo funcionalismo público.
    António Cândido Miguéis, Vila Real

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    1. Em 1º lugar, este texto não bate lá muito certo com o post “Confiança”, “estudo de opinião” da Aximage, com o CM e mais o Dinheiro Vivo.

      Em 2º lugar, o a “ageringonça vai endrominando o zé povo” causa-me uma certa perplexidade.

      Muitas medidas foram tomadas no sentido inverso ao do anterior governo. E falo a nível geral, nomeadamente no salário mínimo, no fim dos cortes do subsídio de desemprego, nas pensões, etc.

      Mas, mais do que isso, alterou-se aquela mixórdia de temática deprimente e arrogante sobre a culpa do zé povo por ter vivido acima das suas possibilidades e pelo lema do ai aguenta, aguenta, caso contrário emigra e não sejas piegas. E muito pessoal, agora muito qualificado, emigrou.

      Acaso as carreiras da função pública, incluindo os professores, seriam descongeladas?
      Desconfio que não.

      Se isto que temos às pingas é razoável? Não. Mas há sempre o Diabo. E o aumento da dívida.

      Se a “geringonça” chega? Não.
      Mas, como tenho escrito várias vezes, experimente-se perguntar ao zé povo se quer sair da zona euro ou estar preparado para bater o pé às entidades europeias, aos FMIs da vida.

      Duvidam da resposta?

      Eu tb não.

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