4ª Feira – 2

Não sei se é transversal, flexível ou autónoma. Mas hoje houve a segunda sessão do ano com um@ escritor@, neste caso terminando com uma árvore de sonhos. Claro que tod@s @s envolvidos preparam e realizam estas coisas em extra-horário lectivo, apesar das bocas sobre os efeitos do envelhecimento.

4ª Feira

Dia para olhar para além do meu quintal, para o jardim aqui plantado (por pouco tempo, atendendo ao arboricídio em decurso) neste rectângulo muito adequado a trapezistas. E reparar que este súbito desejo de consenso do psd mais não é do que um chegar à frente para a divisão das verbas do novo quadro comunitário, pois há muita clientela local (e brevemente regional) para satisfazer, mais os gabinetes de advogados (não é por acaso que nos apoios ao rio estão, por exemplo, o morais, o marques e aquela senhora da ordem) que costumam “dar apoio” ou “consultoria” à execução de “projectos” para receber gordos subsídios. Com o passos, corriam o risco de ficar fora da parte melhor da festa, pelo que era preciso despacharem-no, bem ou mal. Claro que, sem implantação autárquica, o bloco já apareceu a dizer que não quer conversas com a direita. Já o pcp anda mais prudente, pois percebe que, com menos câmaras, precisa de ter calma, se quer uma fatia maior do que a habitual do bolo.

O triste é isto ser tão óbvio, estar ali diante de toda a gente, mas já quase ninguém se chatear com isso.