As Rendas que Pagam a Festa da Outra

Com a mudança de instalações para o n.º 2 da Avenida Infante Santo, em Lisboa, em Fevereiro, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e os seus três secretários de Estado (dois da área educativa e um do desporto) passaram a ser inquilinos da empresa pública Parque Escolar (PE), que comprou aquele imóvel em 2013.

O Ministério da Educação (ME) não divulgou qual o valor global da renda que paga à Parque Escolar pela ocupação parcial do edifício da Infante Santo (em parte deste edifício funciona também a sede central daquela empresa). Em resposta ao PÚBLICO, indicou apenas que “será paga uma renda mensal no montante de seis euros por metro quadrado”.

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(na Infante Santo as concentrações dão muito menos jeito do que na 5 de Outubro…)

2 thoughts on “As Rendas que Pagam a Festa da Outra

  1. Mais rendas e bordados……

    “Pedro Passos Coelho, que deixou esta semana a Assembleia da República, vai dar aulas em três universidades portuguesas, públicas e privadas. Administração Pública e Economia são as áreas em que o antigo primeiro-ministro irá leccionar(…)

    O antigo primeiro-ministro terá uma espécie de equiparação salarial à de professor catedrático, o topo da carreira no ensino universitário. Contudo, o vencimento será ajustado à carga horária que o antigo chefe de Governo terá atribuída na instituição, uma vez que Passos Coelho dividirá o seu tempo lectivo por três instituições.

    O antigo presidente do PSD não vai ter nenhuma cadeira específica a cargo em qualquer uma das três instituições, podendo as suas aulas ser integradas em diferentes disciplinas mediante o calendário lectivo de que cada universidade.

    Passos irá dividir o tempo do ensino com a escrita de um livro em que relatará os quatro anos em que chefiou o Governo.”

    (in Público)

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  2. Do contraditório:

    “A experiência de um ex-primeiro-ministro, qualquer que seja, é única e valiosa”. Arranca assim o texto escrito pelo deputado do PS Sérgio Sousa Pinto, na rede social Facebook, partilhando e comentando a notícia de que Pedro Passos Coelho será professor do ISCSP. O texto é uma defesa da opção do ex-primeiro-ministro, contra os “insultos vomitados” por alguns e contra a “indignação de meia dúzia de pessoal menor da Academia”.(…)

    Passos Coelho “podia ser sido cooptado pelos ‘donos disto tudo’, como consultor, lobista ou ornamento. Mas não, decidiu ensinar e ser professor”.

    (in Observador)

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