Um Contrato

Dei por acaso com este, com pouco mais de um mês. Achei curioso porque uma empresa municipal com autonomia financeira e com 25.000 € de capital faz um ajuste directo com uma instituição universitária num valor superior a 50.000 € para “serviços de investigação e desenvolvimento e serviços de consultoria e conexos” relacionados com este projectoPara 4 turmas e 60 alunos (boa média) parece-me um bocado de dinheiro só para investigar, desenvolver e dar consultoria.

AmadoraContrato

(…)

AmadoraContrato1

(gosto, muito em especial, do “estudo quase-experimental)

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Isto é Apenas um “Suponhamos”

Nascido daquele tipo de mente que une pontos separados, mas que provavelmente estarão sobre uma mesma linha num espaço não euclidiano. E se esta saída da senhora da DGAE e a pressa em apresentar um novo concurso estão em tudo relacionados com os que anda por aí em tribunais, com decisão para breve, sobre o concurso de mobilidade do ano passado. Será que a senhora quer sair antes da derrocada ou para não ser o bode expiatório? E abrindo rapidamente um concurso não se tentará criar uma nova situação que esvazie parcialmente os efeitos de uma decisão judicial desfavorável?

Por tantas tazões, seria muito importante a celeridade da Justiça para que a mesma seja eficaz.

zandinga

 

A Senhora da DGAE Demitiu-se

Como o Arlindo refere, o timing é estranho. Resta saber se não haverá algo mais geral, ou se é apenas alguma circunstância pessoal, a acontecer para levar a senhora que, relembre-se, transitou da DGAE de Crato para a da geringonça educativa a tomar esta decisão.

Saloon

(consta que na nota de despedida afirma que procurou dar uma feição “humanista” ao cargo… coitada… está ainda mais queimadinha do que nós…)

(entretanto… a sucessão provisória fica a cargo da chefe dos serviços de contencioso, responsável pelas “juristas designadas” para responder aos recursos hierárquicos relativos à mobilidade interna do ano passado)

Lógica Asinina

A lógica da actual “política” de prevenção dos fogos florestais é a mesma de matar as pessoas para evitar que elas adoeçam, espalhem doenças e morram. O arboricídio que vai por aí é atroz, assim como formas “criativas” de podar as árvores. Sim, correcto, se as cortarem, certamente não pegarão fogo. Mas serão destruídos ecossistemas e a boa parte de uma cobertura vegetal, essencial para a não erosão dos solos e o agravamento de uma situação de seca.

A grande desmatação de 2018

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