Tem Custado a Desligar

O automático que nos faz ter sempre qualquer coisa na cabeça a lembrar-nos a escola, estejamos aqui ou ali. Acho que só hoje me convenci que é mesmo para descanso. E nem falo de quem leva o tempo todo a receber mails por causa de actas, relatórios, formulários e o escafandro que o leve.

Correia

13 thoughts on “Tem Custado a Desligar

  1. Impossível desligar.
    Só mais tarde … e é cá uma felicidade ! O melhor das escolas sempre foram os alunos.
    E algunscompanheiros de luta.
    Mas ser-se professor de netos de ex – alunos …quando começa a acontecer …
    Boa sensação é ser-se reconhecido por alguns desses (agora) avós , que ainda se lembram / reconhecem e nos querem cumprimentar. Com sinceridade !!! Agora papéis, actas ,relatórios, etc é de uivar.E de ganir ! Mas infelizmente há tanta gente a adorar. Veremos se serão reconhecidos mais tarde…tb costumam ser umas melgas para os seus alunos.

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    1. Caro M,

      Como conseguiu desligar-se?
      Toda a gente me diz que é uma felicidade.
      Ou se arranjam outros interesses há muito adiados ou então deve ser complicado.
      Confesso que me assusta um pouco.

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      1. M,

        Com esse historial, muito parecido com o meu, chega e sobra.
        Não era a isso que me referia. Era mais à ressaca que uma paragem brusca pode trazer.

        bj

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      2. F ,
        Agora a sério ! É tão simples e tão fácil. Hábitos enraizados, pq dizem que tem/deve ser assim evaporam-se. Horas com reuniões infinitas desaparecem. E aparece logo o nosso novo tempo. E as coisas importantes e agradáveis tb. Não há necessidade de adaptações. Dá para escolher os tempos. Sem stress . Numa boa. Numa nice !

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  2. Muito difícil desligar, especialmente quando não se tem hipóteses financeiras para viajar (em toda a abrangência da palavra).

    Quebrar a rotina do dia a dia já é um luxo mas não se desliga.

    Sempre defendi a ideia que devia existir uma paragem de 1 ano para quem quisesse, após 10 anos a ensinar. Para quem o quisesse e com uma razoável penalização salarial e sem mais penalizações.
    Para retemperar forças e desligar mesmo.

    É pedir muito?
    Creio que não. As vantagens ultrapassariam as desvantagens para todos os envolvidos.

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      1. Estive 3 anos fora nos tempos do doutoramento.
        Volta-se… e é quando se percebe se gostamos mesmo da coisa.
        Eu estive por fora de 2003 a 2006… phosga-se… voltei mesmo a tempo da megera…

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    1. M,

      Não quis chamar-lhe licença sabática pork isso envolve a ideia de estudos e trabalhos, etc.

      Era mesmo para preguiçar e tonificar corpo e mente. O burnout, que cada vez mais afecta tantos profissionais cujo trabalho se liga ao permanente contacto com outros, seria em grande parte, diminuído.

      Creio que o regresso não seria pior. Seria bem diferente e no bom sentido.

      Quando muito, um subsídio para viajens relaccionadas com as nossas áreas disciplinares e fazia-se um “diário de bordo” em Trebuchet 11, espaçamento 1,5 , máximo 3 páginas.

      “Sempre que um homem sonha o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança”

      bj

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