Esperem… E Verão Como Tudo Melhorará

Leio almas penadas a clamar contra a derrota da SE Leitão e a exigência parlamentar de um concurso nacional que modere os atropelos cometidos em Agosto passado. Li mesmo um colega (?) a vociferar contra os do “quadro” e – garanto que cito com razoável fidelidade, só não estou para identificar idiotices tão grandes pelo nome – a escrever que não era justo ter de concorrer de novo porque alguém que estava à frente dele na lista de graduação tinha sido colocado onde não queria. Penso que o “professor” em causa nem conseguiu perceber a barbaridade do que escreveu. Ou seja, que um atropelo à legalidade deveria manter-se só porque ele ficou bem.

A essas pessoas que assim pensam, eu recomendo que esperem pela municipalização da Educação e – apesar das negações absolutas nesse sentido – num futuro em que o provimento de lugares para “projectos” com apoio de verbas canalizadas pelas autarquias seja assegurado em concursos locais ou que as próprias necessidades temporárias deixem de ser feitas a partir de uma lista nacional. Então é que vão aprender o que morde a sério a quem não tiver o cartão ou as conexões certas. E será muito “divertido” ver quem andou a clamar contra a municipalização a tomar posições em certos centros de decisão local… alegando que antes eles do que outros.

Burros

(já agora… esta luta por um novo concurso foi feita em grande parte à margem das organizações representativas oficiais e, por vezes, mesmo com a sua adesão contrariada a algumas iniciativas, pois até pareceram concordar com a tese da SE Leitão de que seriam 100-200 os “insatisfeitos”…)

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Da Evidência

E a coisa não se resolve enfiando-lhes o nariz no zingarelho de última (ou qualquer outra) geração para que fiquem calados nos tempos em que estão em “família” (o tal tempo que os eduardosprozacsás acham que não pode ser usado para têpêcês, mesmo se lá fora os “projectos” são em muito feitos fora da escola).

Why Parents Today Aren’t Strict Enough

“Undisciplined toddlers become obnoxious children who grow into spoiled teenagers and entitled adults.”

Chorar

Há Quem Baralhe Tudo, Mas Só Às Vezes

Leio defesas inflamadas de Lula, entre a desculpa do que poderá ter feito de mau em comparação com todo o bem que se acha que fez e o argumento de que ele não se corromperia por tão pouco. Ou seja, a mancha por tão pouco não faz sentido – ou não deve ser tida em conta – atendendo à sua obra. Que tudo foi um processo “político”. E há momentos em que me parece que, com a diferença da escala, estão a falar de um qualquer isaltino.

Brain

(será que dá para perceber duas coisas básicas? 1) que as boas acções só limpam as malfeitorias em algumas visões católicas do pecado; 2) que a “pequena” escala das más práticas não anula o facto de serem…. más)

(mau… não tarda nada e estou a escrever sobre aquele puto reguila que preside ao clube de que sou adepto e que ainda não percebeu que o que lhe tem faltado é um par de estalos bem metidos na cara de beto mimado)