A Nova Laranjinha

A JSD escolheu a sua nova liderança, pela primeira vez feminina. Rui Rio está em êxtase:

O líder social-democrata, Rui Rio, disse hoje ter na JSD o “melhor aliado” para lutar contra os “interesses instalados”, porque esta estrutura partidária é “muito mais livre do que a maior parte dos dirigentes do PSD”.

“Uma das minhas características, quando estou na vida pública, é dar-me mal com os interesses instalados. É olhar para o interesse público e querer defendê-lo contra os interesses instalados. E que melhor aliado posso ter, como presidente do PSD, senão a JSD que, pela sua juventude e constituição dos seus membros, é muito mais livre do que são a maior parte dos dirigentes do PSD”, afirmou Rui Rio.

Quanto à jovem líder, tem velhas ideias:

Na sua moção global, Balseiro Lopes apresentou como prioridade “a modernização e digitalização” da escola, propondo a substituição dos manuais tradicionais por digitais.

Na moção “Conquistar Portugal”, na qual a educação ocupa uma parte central, a participação dos alunos na avaliação dos professores era outra das ideias da nova líder da JSD.

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Banda Sonora da Semana

Os “conteúdos” do pós-guerra aos anos 60 já foram explicados na sua forma “essencial”. Agora é meter-lhes imagem e som. Sim, falta muita coisa, mas não cabe tudo. Sim, com jeitinho, haverá Miles Davis e Charlie Parker, mas em outra oportunidade, porque esses são outros 500.

Será um Projecto Flexível?

Abordar durante umas semanas com as turmas do 9º ano a História da segunda metade do século XX a partir das tendências da música popular? Como se percebem muito melhor as décadas de 50 a 90 se as olharmos pelas tendências musicais que mais as marcaram? Não é uma ideia especialmente original, mas agora é mais fácil com os suportes digitais. Que pena a Educação Musical “morrer” no 6º ano no currículo do Ensino Básico. Porque, obviamente, eu não sou o mais competente para explicar a parte especificamente musical da coisa, pois sou mais da geração do vídeo. E com o regresso do vinil, será giro voltar a ver as velhas capas… quiçã em articulação com EV (e as lyrics com o Inglês and so on and on…)

Cultura Pop

(sim, a “capa” tem apenas uma selecção, redutora, das “vanguardas”…)