Aleluia!

Há quase 10 anos já se escrevia sobre a desconformidade entre o que estava nos cadernos de encargos e orçamentos e o que efectivamente se estava a fazer em algumas escolas. Em 2012, o relatório do Tribunal de Contas  já trazia muitas pistas sobre o assunto, depois de um outro relatório da IGF ter conclusões que aconselhavam cuidados na continuação da acção da PE. Até Isabel Alçada começava a falar nas derrapagens… enquanto a outra senhora falava, claro, na boa gestão da coisa.

O Inverno de 2011 já tinha feito estragos em obras novinhas em folha. Por esses tempos interrogava-me sobre o ano em que isto “explodiria”. Parece que poderá ser este ano. Mas nunca se poderá dizer que foi por falta de avisos. Muitos.

A Polícia Judiciária suspeita que possa ter havido corrupção nos contratos que possibilitaram obras faraónicas em várias escolas da Parque Escolar. Há 15 escolas na mira da Judiciária e há pouco mais de um mês os investigadores da PJ estiveram no Liceu Passos Manuel, em Lisboa, para verificar se tudo o que estava no orçamento foi de facto aplicado ou se houve dinheiro desviado para corromper alguém. A investigação já tem quatro anos e acelerou nos últimos meses. As obras atribuídas ao Grupo Lena fazem parte da acusação da ‘Operação Marquês’

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(pesquisando “Parque Escolar” no Umbigo encontra-se muita coisa)

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