Até Que Ponto…

… é possível manter-se que não se vê ou ouve? Quando é que devemos fazer de mortos para fingir que as coisas estão “normais” ou vagamente “aceitável”? É essa a solução para não se entrar em burnout? Ou será a forma cómoda de, como ouvi há não muito tempo, “não ser como eles”?

São mais os felizes que fingem que, picam o ponto e viram as costas?

fire

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5 thoughts on “Até Que Ponto…

      1. No princípio era o verbo… O conhecimento trás infelicidade. Quando se é inteligente, lúcido e de boa ídole, sofre-se. Porque consciente.

        “Eclesiastes 1
        …17 Por esse motivo me esforcei ao máximo para compreender a sabedoria, bem como a loucura e a insensatez; contudo, o que aprendi, de fato, é que isso igualmente é correr atrás do vento.’ 18 Afinal, quanto maior o saber, maior o sofrimento; e quanto maior o entendimento maior o desgosto.”

  1. Paulo ,nunca conseguirás fazer qualquer troca em ti .
    Nem nesses outros.Há sempre os que veem e ouvem e os q não.
    Nada a fazer.
    Agora quem vê ,deve mostrar que “está a ver ” … se são mais felizes os ceguetas ?
    Não !

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