Caros Herdeiros da “Reitora”, Que Os Factos Nunca Interrompam As Vossas Narrativas – 1

Falácia 1 – “A opinião pública já não suporta ou apoia as reivindicações/queixas dos professores”.

Vamos a factos, tendo sempre em conta que esta é a linha de argumentação que teve origem no famoso “perdi os professores, mas ganhei a opinião pública” e que é retomada pelos senhores presidentes da confápe e alguma opinião publicada. Lamento repetir o essencial de textos escritos no passado, mas a cartilhas truncadas e manipuladas, deve responder-se com a repetição de factos objectivos.

Em 2008, quando se avolumava a contestação a Maria de Lurdes Rodrigues/Sócrates, em estudo do “suspeito” Fórum Económico Mundial:

Professores são a profissão em que portugueses mais confiam

Em outra notícia:

Os professores merecem a confiança de 42% dos portugueses, muito acima dos 24% que confiam nos líderes militares e da polícia, dos 20% que dão a sua confiança aos jornalistas e dos 18% que acreditam nos líderes religiosos.

Em meados de 2010, após anos de conflito:

Um estudo realizado em 19 países revela que os portugueses confiam pouco nos políticos, advogados, banqueiros, gestores de grandes empresas e juízes, e depositam mais credibilidade nos bombeiros, professores e carteiros.

De acordo com o documento citado pela Lusa, entre as profissões em análise, os bombeiros continuam a ser os mais confiáveis, com 93 por cento, seguidos a curta distância pelos professores e carteiros.

Para não ser chato, passemos a 2016:

A credibilidade das chamadas profissões incontroversas, como bombeiros (a liderar o ranking das profissões mais confiáveis com 90%), enfermeiros e professores (89%) e médicos (88%) permanece globalmente estável desde 2014, com estas profissões a ocupar o topo do ranking de confiança.

E a 2018, quando já se começavam a avolumar novas ameaças de problemas:

Professores no topo das preferências  

São os professores e os polícias em quem os portugueses  depositam maior confiança. Interrogados sobre o grau de confiança que têm na capacidade da escola em ensinar coisas úteis aos alunos, 61,1% dos inquiridos responderam ter um grau médio e 20,8% um grau elevado de confiança. No trabalho dos polícias no combate crime, 54,3% disse ter um grau de confiança médio, e 29,3% grande.

Claro que há sempre explicações criativas do género… ahhhh e tal, isso são coisas diferentes… confiam em vocês, mas não nas vossas reivindicaçõe e estão faros de vos ouvir. É nessa altura que eu desisto mesmo, porque já se está a entrar num domínio entre a Fé Achista e a 5ª Dimensão Argumentativa.

twilightzone

 

 

3 thoughts on “Caros Herdeiros da “Reitora”, Que Os Factos Nunca Interrompam As Vossas Narrativas – 1

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