Momento de Poesia

I want my money back
I’m down here drowning in your fat
You got me on my knees
Praying for everything you lack
I ain’t afraid of you
I’m just a victim of your fears
You cower in your tower
Praying that I’ll disappear
I got another plan
One that requires me to stand
On the stage or in the street
Don’t need no microphone or beat
And when you hear this song
If you ain’t dead sing along
Bang and strum to these here drums
Till you get where you belong

I got a list of demands
Written on the palm of my hands
I ball my fist, you’re gonna
Know where I stand
I’m living hand to mouth
You wanna be somebody? See somebody?
Try and free somebody?

15 thoughts on “Momento de Poesia

  1. Talvez aqui, no momento de poesia, eu possa dizer isto porque lá para baixo anda tudo muito agitado. A melhor maneira de mostrar o nosso descontentamento era ter dito não a esta greve cujo resultado já se sabia antecipadamente. Por todas as razões, que estão mais do que identificadas. Tem-se dito que é necessário pensar em novas formas de luta. Ser criativos! Pois perdeu-se uma oportunidade de oiro. A ILC estava aí e devia ter sido apoiada massivamente. Como diz o outro, quando me falam de fenprof ou fne “puxo logo da pistola”. O stop, para ser diferente, deveria ser … diferente e demarcar-se claramente de uma greve promovida pelos do costume, sabendo-se à partida que estava armadilhada.Por outras palavras, sabia-se que isto ia acabar assim, com “sangue, suor e lágrimas”. Acho estranho como ainda há quem se mostre surpreendido…Paciência!

    1. A ILC? Não consegue antever o resultado da mesma?
      Santa paciência!
      Isto só lá vai à bruta e não é com iniciativas como a ILC que vamos onde quer que seja, por mais meritória que seja.

      1. Há quem ache que só lá vai à bruta. Mas não é assim. E não será. Determinadas ‘coisas’ funcionam apenas em determinados contextos, nada mais. Não é fácil conter a agressividade latente. Paulo, obrigada, mais uma vez. sim, vai sobrar um destes dias para mim porque facilitei.

    2. Ora bem meus caros, como nós somos bons a analisar, a interpretar e concluir. Mas continua a faltar-nos a ação consequente de abandonarmos este lamurio e nos constituirmos numa força que defenda os interesses dos professores. Não falta quem possa liderar o processo? Ou é preciso fazer uma petição? Caso contrário não passará disto mesmo. Apenas palavras e patacas também.

  2. Talvez aqui, no momento de poesia, eu possa dizer isto porque lá para baixo anda tudo muito agitado. A melhor maneira de mostrar o nosso descontentamento era ter dito não a esta greve cujo resultado já se sabia antecipadamente. Por todas as razões, que estão mais do que identificadas. Tem-se dito que é necessário pensar em novas formas de luta. Ser criativos! Pois perdeu-se uma oportunidade de oiro. A ILC estava aí e devia ter sido apoiada massivamente. Como diz o outro, quando me falam de fenprof ou fne “puxo logo da pistola”. O stop, para ser diferente, deveria ser … diferente e demarcar-se claramente de uma greve promovida pelos do costume, sabendo-se à partida que estava armadilhada.Por outras palavras, sabia-se que isto ia acabar assim, com “sangue, suor e lágrimas”. Acho estranho como ainda há quem se mostre surpreendido…Paciência!

  3. Portanto, a poesia é ainda mais crua: a Fenprof, e por arrasto nós todos, fomos sodomizados pelo juíz que é comunista deste pequenino…

    Importa esclarecer, ainda, que os árbitros que constituem o colégio arbitral são sorteados entre três grupos de juristas: um grupo de árbitros presidentes, um grupo de árbitros representantes dos empregadores públicos e um grupo de árbitros representantes dos trabalhadores, designado pelas Confederações Sindicais. Neste último grupo, inclui-se uma jurista que trabalha com a FENPROF e que, precisamente por a FENPROF ser uma das partes interessadas neste processo, apresentou declaração de impedimento e não foi sequer incluída no grupo dos árbitros a sortear.
    A FENPROF irá, ainda hoje, requerer a aclaração do acórdão do colégio arbitral, no sentido de esclarecer se, efetivamente, o mesmo aponta para a prática de atos ilegais, como indicia uma primeira análise do documento.

  4. Meu caro sindicalista,
    Há de chegar o momento mais tarde, ou mais cedo e espero que seja cedo que vamos dar um pontapé nesta escumalha torpe se sem vergonha que nos continua a utilizar e nós cantando e rindo, e pagando. Para quando uma estrutura que seja defensora dos professores? Verá a luz do dia ou estamos condenados às trevas. Já entreguei o meu cartão de sócio aquando da Maria de Lurdes, mas continuei mais uma vez a acreditar. Assinei a petição e como tantos outros estava na disposição de não vergar. Meu caro amigo Paulo, não será a altura de assumir uma posição de liderança que já tem e ir mais longe? Ou continuamos a encontrar-nos por aqui e por ali sem uma ação mais consequente. É caso para dizer sem ironias: Os Professores precisam de Ti, Guinote.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.