29 thoughts on “A Troca

  1. Até parece que sou bruxo…eheheheh
    Há quanto tempo ando a dizer isto ???
    O SuperMário …sabe muito…e joga apenas para se safar.
    O tempo dos restantes colegas ser considerado tb pouco importa , mesmo q prometido agora …até lá muita água irá correr. Até um Vieir@ Silv@ qualquer…vir alterar novamente.
    Nojo.

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  2. E que venha depressa qq coisa neste sentido e possamos (todos) optar que já se faz tarde para muitos professores.

    Quem aguenta até aos 66,6 anos?

    (reusar o argumento de quem beneficia é o MNogueira é ligeiramente ridículo.

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      1. Assim de modo rápido, 2 aspectos da questão sobre o “todos”.

        1- Da alteração da idade da reforma
        Uma alteração na idade da reforma sem penalizações (factor de sustentabilidade a rondar os 14% e penalização de 6% por cada ano que falta até aos 66, 6 anos actuais) é bom para todos os professores, logicamente.

        2- Da renovação geracional do corpo docente
        Esta alteração na idade de reforma conduz à indispensável renovação geracional do corpo docente, o que é bom para todos os professores mais novos, logicamente.

        Finalizo com a ideia, de que não abdico, de recusar divisões entre “todos” e “alguns” , de jogar uns contra os outros e de tentar nivelar por baixo em vez de nivelar por cima (olhem o meu lado liberal a soltar-se).

        Finalizo também, com a certeza que questões desta natureza não podem ser vistas no imediato, no estrito interesse de cada um e suas circunstâncias, mas sim no curto e médio prazo e abrangendo todos, mesmo com faseamentos que também me custam a digerir.

        Por isso somos professores e não jovens adolescentes do aqui e agora, tão próprio destas idades.

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      2. F dixit:
        “Uma alteração na idade da reforma sem penalizações (factor de sustentabilidade a rondar os 14% e penalização de 6% por cada ano que falta até aos 66, 6 anos actuais) é bom para todos os professores, logicamente.”

        Acontece que isso terá um horizonte temporal de vigência muito curto… como garantir isso para daqui a 10 – 20 anos? Para responder a esta pergunta remeto para o comentário que “linquei”.

        E é aqui que, se calhar, se preparam as lautas refeições para amestrar a “povo conduzido pelas vanguardas” que nos trouxeram até aqui…os “acordos anteriores” pouco se revelaram de perenes…

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    1. F,
      É tb o caso da ” F ” . Da Fernanda ” F” . Foi evidente para quem a foi lendo. Mas o que tem a ver o cú com as calças ?? Lutas colectivas ? No interesse de todos ? Com a mesma finalidade ??? Em benefício da classe dos professores ??? Tempo considerado para todos os professores ?? Não !!!!!Greves fomentadas e previamente “preparadas” , aproveitando a boa fé dos ” anjinhos “,dos bem intencionados . Apenas em benefício de uma corja de oportunistas. Greve com finalidades bem diferentes… Parasitas !!! Aldrabões !!!! Desonestos !!!! SuperM e os outros ” F” s. Um nojo !!!!

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      1. F,
        Até a altura ( no tempo ) foi intencional . E o incómodo com a ILC ????? … Tudo preparado. Tudo montado !!! Coitados dos colegas enganados . Para eles a minha solidariedade.

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  3. Venha depressa?
    Todo o bom negociante sabe que a pressa não é amiga dos bons negócios.
    Isto é apenas uma cenoura nos narizes dos profs.
    Há quem goste que se passem a mão pelo pêlo.

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  4. Meus caros, eles bem podem dizer que nos devolvem os 9 anos e tal é mais alguns. O problema é que quando chegar a altura arranjam um banco qualquer pra salvar…

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  5. O que anda trocado são as prioridades.

    O cerne da questão são as quotas para acesso ao 5º e 7º escalão. Essa é que é a prioridade. Mas está esquecida, com excepção da ILC. De que serve recuperar o 942 se vamos todos engrossar as listas? De zero. Ficaremos todos nas mesmas posições relativas. Perderemos o tempo recuperado, seja ele quanto for, em tempo de espera nas listas. E como o número de vagas para progressão é determinado anualmente ao sabor das vontades dos tempos, basta que não abram vagas ou que sejam abertas em número reduzido para que DOIS TERÇOS nunca progridam para além do 4º ou do 6º escalão.

    Haja decência.

    Uma carreira em que todos lutam, aceitando à partida, e num silêncio conivente, que dois terços serão sacrificados, é um escândalo! Dois terços é muita gente. E é gente que trabalhou e lutou durante uma vida inteira em prol de todos.

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    1. Também há muito tempo que aqui venho dizendo que bastaria que os MB e Exl fossem atribuídos exclusivamente aos colegas do 4º e 6º escalões atenuaria este congelamento.
      Mas, era preciso que ,na classe docente, houvesse mais … ,o que não é o caso.

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    2. Subscrevo!
      Já ando a pregar isso há vários meses…
      O ME só está a jogar politicamente a sua posição pública, para mostrar força perante o povo, mas sabe que não haverá impacto financeiro porque utilizará o crivo das vagas (aliás, fez isso este ano com o descongelamento; só mostrou ao povo que descongelou mas depois só abriu 133 vagas para o 5º escalão, num universo de 4000 profs no 4º escalão em condições de progredir).
      A única maneira dos 9 anos serem efetivamente recuperados, é COLOCAR DIRETAMENTE OS DOCENTES NO ESCALÃO CORRESPONDENTE AOS ANOS DE SERVIÇO que possuem, sem submissão a vagas (como aconteceu com os profs abrangidos pela portaria do reposicionamento).

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  6. Renato,

    1- “… como garantir isso para daqui a 10 – 20 anos?”

    Teria de ser inscrito na carreira docente, e, mesmo assim, estamos todos a ver como é a “carreira docente”.
    Alargando o âmbito, é o que pergunto a mim mesma sobre o futuro dos meus filhos e é o que muitos outros pais tb se questionarão sobre o futuro dos deles.

    2- “E é aqui que, se calhar, se preparam as lautas refeições para amestrar a “povo conduzido pelas vanguardas” que nos trouxeram até aqui…os “acordos anteriores” pouco se revelaram de perenes…”

    a) Esta “troca”, como foi referida pela SE Leitão, aponta para uma possibilidade de esta “troca” estar em cima da mesa de negociações de modo remoto, com um grande eventualmente…..
    De qq modo, a variável eleições legislativas de 2019 está aí e tem importância. Tanta importância que sempre considerei que as eleições deviam ser todos os anos , ou, vá lá, de 2 em 2 anos.

    b) quanto ao “povo conduzido pelas vanguardas”, nem me meto por aí. Ele há “povo” e “povo” e ele há “vanguardas e “vanguardas”.

    c) “as lautas refeições”, ou “pizzas”, como são apelidadas por muitos, confesso que não gosto nada, pois é continuar a nivelar por baixo (ainda se fosse algo gourmet…).
    Também não gosto da expressão, sempre repetida, do ai coitadinhos dos “zecos” que lhes gozam com a cara.
    Não somos zecos. Somos professores.E não gozam com a nossa cara. Também não somos coitadinhos. Somos profissionais e somos como tantos outros profissionais que se debatem com semelhantes problemas. Nunca li enfermeiros, médicos ou outros profissionais a chamarem-se de coitadinhos, que ninguém lhes liga e que gozam com a sua “cara”. O facto de lidarmos com crianças e jovens não significa que tenha de haver um qualquer processo de osmose que nos faça reagir como essas crianças e jovens.

    d) “os “acordos anteriores” pouco se revelaram de perenes…”

    Aqui vai ser mais curto pois isto já vai longo.

    Façamos um exercício mais sério de memória:

    1- conseguiu-se que os professores tivessem os seus problemas justamente resolvidos ao longo de todas estas décadas? Não, será a resposta da maioria e eu incluída.

    2- e se não tivessem existido negociações para conter medidas mais drásticas. Estaríamos melhor?
    Enquadrando tudo isto no contexto em que tem de ser historica e politicamente equacionado, a minha resposta é sim.
    Experimente-se não haver negociações, não haver sindicatos ou outras organizações representativas, digamos, “vanguardas”……

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