24 thoughts on “O Grande Negócio

  1. Este país está PODRE!

    PODRE de gente corrupta que, apenas e só, rouba ao erário público tudo o que pode…

    E as autarquias, tão transparentes e honestas, como sabemos, vão saber gerir muito bem este Negócio…

    ASCO e NOJO, lamento mas não tenho outros qualificativos…

  2. É verdade que a maioria dos autarcas são um nojo.
    Mas eu desconfio que não foram os espanhóis a elegê-los.
    Quantos de vocês ajudaram a eleger essa escumalha que agora criticam?

  3. Abrir os cursos que os dirigentes da Camara Municipal desejam… colocar os técnicos que os dirigentes da Camara Municipal desejam… pressionar para que as notas dos filhos sejam revistas… mudar de rubrica contabilística os €€€€ referentes as escolas, etc etc etc

  4. “Vem aí”! A Municipalização! Ou já cá está? E o Vereador de Tamancos!
    (Re)Leiam as Farpas do Eça e do Ramalho. Vale a pena. Estão aí a edição da Principia, coordenada por Filomena Mónica, de 2004, (págs. 402 e sgs., por exemplo), e a do Círculo de leitores de Ernesto Rodrigues, de 2006, em seis volumes.
    É caso para dar vivas à “República Feliciana”! Rumo ao Futuro, como sempre, passando, claro, pelo século XIX da cacicada autárquica tão ilustrada, em geral, quanto a do presente!
    Pela Ignorância, Marchar, Marchar!

  5. As autarquias só ficam com a Educação caso não não seja recuperado todo o tempo de serviço docente. Assim, ainda conseguem arrecadar quase 800 milhões…
    Mas, espera aí: não eram precisos 600 milhões caso houvesse recuperação total do tempo de serviço? E 600 milhões é mais ou menos que 800 milhões? Se calhar aqui temos um caso de matemática alternativa…

  6. Como referi no arlindo…
    – Num país onde o BEM PÚBLICO só o é até ao momento em que o chico-espertismo nacional se interessa aproveitando (apoderando) todas as “novas janelas de oportunidades”;
    – Num país onde a fiscalização é quase inexistente ou, a existir, não tem meios (desde logo humanos) ou existindo mas não ocorrendo em tempo útil ou ainda que chegasse a tempo raramente tem consequências imediatas…;
    – Num país onde a lei é feita (externamente) “à conveniência” e aprovada de acordo com as conveniências…
    – Num país onde o parlamento se envaidece com a sua mediocridade e esquece a honradez da palavra;
    – Num país em que os “topos nunca são avaliados” (quando são, mudam de poiso) e poucos são recrutados pelo mérito do seu trabalho mas que arrota, constantemente, regurgitado sobre o trabalho e seriedade das outras classes profissionais;
    – Num país onde a legalidade das decisões pode levar décadas enfiada nos tribunais,
    – Num país onde a administração pública (central, regional e local) está politizada e partidarizada – ora distribuída por uns ora por outros;
    – Num país de clientelismos, compadrios e sacanagens;
    – Num país de constante e fácil intoxicação com falsidades/ má-fé/ invejas pequeninas;
    – Num país de manipulação da informação e cidadãos cada vez mais indefesos;
    – Num país onde os ladrões têm mais direitos do que o pobre tem direito à dignidade;
    – Num país em que a imoralidade dá “lições” de supremacia a quem vive do seu trabalho;
    – Num país de justiça para ricos/poderosos/conhecidos e de justiça para os outros;
    – Num país onde com troikas/ contenções/ dívidas/… cada vez há mais ricos com muito e muitos mais dos outros que sobrevivem;
    – … … …
    – Num país onde a regionalização já foi referendada e recusada (deve-lhes ser difícil perceber o porquê e vai de contorcionismo)
    – Num país em quem se mete com o … (e outros similares), leva (e levam mesmo);

    – NÃO HÁ DINHEIRO??? – Há e muito! mas não pagam o que devem e o que restar haverá de desaparecer!

    1. OK,muito bem observado!
      Mas diz-me: queres mesmo mudar esse estado de coisas? Queres mesmo?
      Se sim, uma pergunta mais: o que tens feito e/ou pretendes fazer para se melhorar este país?

  7. Basta perceber que nas terrinhas a comunicação social é inexistente ou “comprada”, que a participação cívica é barrada pelos políticos e burocracia existente, que a justiça é cara e leeeeeeeennnta, para perceber o que vai ser esses milhões nas mãos dos autarcas e juntas de freguesia.

  8. A cada post do Paulo emergem comentários muito semelhantes, de bravata linguística, que me fazem lembrar uma stand up comedy. E isto não sou eu a fazer de advogado do diabo.

    – morte aos traidores!
    – um nojo! (com a variável uma nojeira!)
    – abaixo os sindicatos!
    – viva a Ordem!
    – tomemos nós próprios a luta nas nossas mãos!
    – abaixo a política !
    – abaixo as autarquias!
    – abaixo o M N!
    – vai levar no **
    – vai para a p*******iu!
    – vai trabalhar!
    – nunca mais voto!
    – mentirosos!
    – a gozarem com os zecos!
    – a gozarem com a nossa cara!
    – nunca fui sindicalizad* mas se fosse, rasgava o cartão! (a minha preferida)
    – é tudo a mm corja!
    – os do topo é que sairam beneficiados!
    – vou escrever uma carta ao meu sindicato!
    – abaixo as pizzas!
    – votei PSD/PS e CDS mas eu seja ceguinh@ se volto a votar!
    – também não voto em mais ninguém!
    – nem no PAN!
    – cala-te!
    – vai dar banho ao cão!
    – vai-te f****!
    – nunca mais oiço os Xutos e Pontapés! (a minha 2ª preferida)
    (….)

    Neste domingo, dia do Senhor, um grande Ámen!

  9. … e eu a pensar que o pessoal estava farto do centralismo napoleónico sediado na 24 de julho.
    Afinal, parece que têm medo da democratização da sociedade e do país.

  10. Sílvia:

    Mal por mal, prefiro o “centralismo napoleónico sediado na 24 de julho” à “democratização da sociedade e do país”!

    Mas qual “democratização da sociedade e do país”?

    Aquela “democratização” das autarquias feita, quase sempre, de acordo com a côr do cartão partidário vigente?

    Aquela “democratização” das autarquias onde reina o favorecimento político, familiar ou outro?

    Aquela “democratização” feita pelas autarquias onde se criam cargos à medida de determinadas pessoas?

    Aquela “democratização” das autarquias onde se promovem funcionários, não pelo mérito, mas por outro fator qualquer de carácter duvidoso? E poderia continuar…

    Se é essa “democratização” de que fala V. Excelência fique a senhora com ela! Não, muito obrigado! Já nos bastam os imbróglios da 24 de julho que, ainda assim, são mais suportáveis do que a sua “democratização”…

  11. Matilde:
    No teu comentário acima, tenta substituir a palavra “autarquias” pela palavra “escolas”. Verás com os teus lindos olhos que, afinal, a tua “democratização” está bem perto de ti e nem tens dado por isso.
    Abre a pestana, Matilde!

  12. Sílvia:

    Pois, sim, bem sei que as escolas, no geral, estão muito longe de se poderem considerar um modelo de “democratização”… Mas, ainda, assim rejeito em absoluto a “democratização” de que fala porque o que conheço dela não condiz em nada com o que defendo em termos éticos, morais e políticos.

    A Democracia nas escolas deixa muito a desejar, mas então o que dizer do caciquismo que reina em grande parte das autarquias? Decididamente, não quero isso nas escolas.

    Porque não refutou nenhum dos argumentos que apresentei contra a sua “democratização da sociedade e do país”?

    Pois é, é difícil, eu sei: a demagogia e os factos não costumam dar-se muito bem…

    E, já agora, tenho uns magníficos olhos verdes que, por enquanto, me permitem ver que neste PS jamais votarei. Portanto, tenho-os bem abertos…

    Poderá afirmar o mesmo?

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