19 thoughts on “Where Is My Money?

  1. É para aqui que vão os milhões que não querem pagar aos professores e restantes funcionários. Os portugueses entretidos a ver futebol e a assistir a festivais e o dinheiro do estado a ser enterrado nos bancos. É claro que não há dinheiro, é claro que os funcionarios do estado são uns priveligiados. Até mete nojo com tanta roubalheira!! Isto tem que dar uma volta, os portugueses têm de abrir a pestana.
    O que mais me espanta é a postura do PCP e do Bloco, no tempo do Passos não passava nada disto, com este Costa nem abrem o bico! É demais!

  2. Ora bem… hum… hum…

    – não terá ido para melhoria dos serviços e das infra-estruturas rodo/ferroviárias…
    – não terá ido para a construção de hospitais e/ ou escolas…
    – não terá ido para acelerar o funcionamento dos tribunais…
    – não terá ido para segurança social…
    – não terá ido para segurança pública…
    – não terá ido para a protecção civil…
    – não terá ido para a prevenção/ controle e fiscalização da corrupção…
    – não terá ido para as pessoas/profissionais que cuidam que as infra-estruturas e equipamentos supra sirvam, efectivamente, as populações quer numa perspectiva de quantidade, quer – principalmente – numa perspectiva de qualidade. Não há serviço público sem pessoas! E, tenho como certo, que sem serviços públicos quem se TRAMA são os cidadãos!

    “Where Is My Money?” – VOA para se juntar ao muito outro que também persiste em desaparecer!!!

      1. Colega F,
        Tem já hoje a resposta dada pela dra. Pastor. Santa ingenuidade …. só não via , quem não queria. O que mais enerva ? Levar baile da dra. Pastor. Tudo mal programado/ proposto por quem devia saber onde estava a meter os colegas . Não é má vontade da minha parte. Apenas verificar a realidade. Não concorda comigo ?

  3. “a autorização de férias dos professores cabe aos diretores, cuja gestão é feita em função da conveniência do serviço”

    1. Eu sei.

      Mas , reafirmo, gostava de ver os directores a avançarem com estas “cartas” a convocar para “serviços impreteríveis”

      Elaboração do mapa de férias
      Artigos 5.º e 6.º/RG (n.º 2) e 88.º/ECD

      1 – Até 30 de Abril de cada ano, deve ser elaborado o mapa de férias de acordo com o interesse das partes e dele dar conhecimento aos respectivos funcionários ou agentes.

      2 – As férias são marcadas tendo em consideração os interesses dos docentes e a conveniência da escola, sem prejuízo de em todos os casos ser assegurado o regular funcionamento dos estabelecimentos de ensino.

      3 – Depois de decidir sobre as datas do início e termo das actividades lectivas, compete ao órgão de gestão e administração estabelecer o período durante o qual o pessoal docente gozará as férias a que legalmente tem direito, tendo em conta o lançamento do próximo ano lectivo.

      4 – As férias do pessoal docente são gozadas entre o termo de um ano lectivo e o início do ano lectivo seguinte.

      5 – Não se verificando acordo na marcação das férias, estas são marcadas pelo órgão de administração e gestão, nos termos do número anterior.

      6 – O mapa de férias só pode ser alterado posteriormente a 30 de Abril, por acordo entre os serviços e os interessados.

      E ainda, o que o pretor refere:

      “Por razões imperiosas e imprevistas decorrentes do funcionamento do serviço, pode ser determinada a interrupção de férias, por despacho fundamentado do dirigente máximo de serviço. ”

      Pergunta: E qual o despacho fundamentado do dirigente máximo de serviço. ?
      Quem avançará com este “despacho”?
      Afirmação: Gostava de ver os directores a avançarem com estas “cartas” a convocar para “serviços impreteríveis”.

      Mais outra embrulhada!

      1. Coisa mais fácil.
        Sai um despacho fresquinho ali para a mesa do canto. DgestE e Diretor trata disso com competência e cobertura legal imediata.

    1. Pois, para umas coisas é o “murro na mesa”; para outras, como esta, é novamente o ai! os ais! que estão a gozar com os “zecos”.

      Como não sou “zeca”, não estou nem aí.

      1. F,
        Lamento apenas que tenhamos sido tão ingénuos. Ainda ontem comentei isto mesmo. Havia colegas ( contratados a finalizar o contrato)a dizer q teriam obrigatoriamente de gozar férias em Agosto. Mas acreditamos no Pai Natal ??? Eles n nos lixam … só no q n conseguirem. Basta ver a Leitoa…manda 100 vezes mais q o Tiago menino. Controla aquilo tudo.

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