Uma Plataforma Mal Concebida

Tentem fazer a matrícula de um aluno chegado do estrangeiro e ainda sem número da Segurança Social ou nº de utente do SNS.

A plataforma informática para as matrículas dos alunos está com problemas, o que levou muitas escolas a optar por receber os processos em papel, que só posteriormente são introduzidos no portal.

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19 thoughts on “Uma Plataforma Mal Concebida

  1. Olá.
    Na minha escola há vários estrangeiros sem NISS. O portal das escolas aceita 0 (zero) nesse campo. O meus tinham todos n.º SNS. Talvez também aceite o 0 (zero).
    No meu agrupamento fizemos as matrículas no portal vários dias antes da saída das notas, presumindo que todos transitaram (no 6.º ano) ou que ficaram aprovados após os exames de 9. ano. Foi a melhor decisão porque nessa altura o portal estava estável.

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  2. Colocar 0 (zero)
    E inventar uma escola do ano anterior…

    Oficialmente não devemos colocar estrangeiros no portal… enfim tinha tanto para dizer sobre isto, mas não tenho tempo… Resumo apenas, com o seguinte! milhares de alunos que perdem a prioridade/preferência devido a esta organização.

    E não adianta nada, professores estarem a ajudar pela noite dentro a introduzir matrículas manualmente…. (isto é outra conversa)

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  3. Como é que falam em fazer a matricula a partir de casa para certos anos se as pessoas tem de ter leitor de cartões? Coisa que ninguém vai comprar, claro.

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    1. O ridículo desta merd@, é que realizamos exportados com os dados atualizados todos os meses, mas pelos vistos deve ser apenas para justificar o ordenado de técnico especialista… a auferir 3000 euros, como temos muitos no IGEFE.

      Os dados deveriam estar pré-preenchidos, no minimo! Ninguém quer saber desta merd@ é uma vergonha e os tótós dos diretores… são uns lorpas!

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  4. Não é de hoje e continua a ser o mesmo de sempre em grande parte da informatização da Adm Publica. As plataformas ou similares não foram feitas para serem fáceis de utilizar pelo serv…er…o utente. Foram feitas para facilitar a elaboração de bases de dados. Claro que isto acontece porque, grande parte das empresas que ganham estes contratos, transpõem sistemas usados em empresas cujo o serv…er…utente tem que cumprir o que lhe mandam senão…
    em suma, tudo é feito para facilitar quem quer os dados, não quem quer inseri-los. e, como disse o Assistente Técnico, muitos dados já existem em bases para esse efeito. Só que isso leva-me a abordar o problema da “interligação” entre bases de dados. Que é um outro problema e quiçá o pior de todos.

    Acreditem, isto não é só na Educação. É transversal, sem grande flexibilização. Precisamos de pares diferenciadores da conecção entre dados

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    1. O Engraçado nisto tudo… é termos um grupo significativo de escolas foram 15, penso que atualmente já estamos nas 50!!! A trabalhar num portal E-360 https://e360.edu.gov.pt/ um portal que exporta para o portal de matriculas atualmente. E os colegas fartam-se de criticar essa plataforma também!

      Os alunos matriculados nessa, não são visíveis nas outras escolas que usam o “original”… só de quando em vez (semanas) a DGESTE realizar migração de dados… isto é uma fantuchada.

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